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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

10/12/2018

13:10

Advogado é preso suspeito de pedir destruição de provas do caso Pezão

Segundo a matéria do portal G1, o advogado Tony Lo Bianco foi preso, na manhã desta segunda-feira (10), a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR). Ele é suspeito de tentar atrapalhar a investigação do esquema criminoso que envolve o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), pedindo a destruição de provas. A prisão foi determinada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A ligação telefônica suspeita foi feita no dia da prisão de Pezão, no último dia 29, entre Tony Lo Bianco e Cézar Amorim.

Lo Bianco é advogado da empresa Kyocera, que venceu a licitação para as obras do Arco Metropolitano. Cézar Amorim é sócio da High Control Luiz, que realizou a obra de iluminação do Arco Metropolitano. Segundo as investigações, as obras foram feitas em troca de propina.

Vai complicar o Arco Metropolitano
— Tony Lo Bianco a Cézar Amorim, em interceptação telefônica
Na ligação interceptada, Tony Lo Bianco deixa um recado na secretária eletrônica de Cézar Amorim. Cézar, que já havia sido preso na Operação Boca do Lobo, não atendeu ao telefonema. No recado, Tony pede para Cézar procurar Sérgio Beninca e apagar provas.

Além da prisão, houve busca e apreensão nas residências de Tony e de Sérgio Beninca.


“Verifica-se, assim, um quadro de intricadas relações envolvendo membros da Orcrim (Organização Criminosa) e, pior, com a destruição de provas a demonstrar a necessidade da custódia cautelar”, pontua Raquel Dodge, em um dos trechos da petição.

10/12/2018

11:03

Força-tarefa no RJ faz operação para prender Rodrigo Neves por desvio de dinheiro

Preso, o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, chega à Cidade da Polícia Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
Preso, o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, chega à Cidade da Polícia Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

09/12/2018

07:04

Programa Fala Garotinho - 09 de Dezembro 2018

07/12/2018

16:45

Garotinho ao vivo no Facebook

06/12/2018

23:58

MPF confirma movimentação financeira suspeita na ALERJ



De acordo com o documento citado pelo jornal, as transações foram informadas ao Coaf porque são “incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira” de Fabrício José Carlos de Queiroz, que foi assessor do gabinete de Flávio Bolsonaro até outubro deste ano, com salário de R$ 8.517. Uma das transações listadas é um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, mulher de Jair Bolsonaro. Flávio Bolsonaro é o filho mais velho do presidente eleito.

Em nota, o MPF informou que o relatório do Coaf faz parte da investigação, mas não citou o nome de nenhum funcionário da Alerj que faça parte da lista. O relatório, segundo o jornal, também cita movimentações de dinheiro em espécie. No período de um ano analisado (janeiro de 2016 a janeiro de 2017), o Coaf identificou R$ 320 mil em saques feitos por Fabrício José Carlos de Queiroz, dos quais R$ 159 mil foram sacados numa agência dentro do prédio da Alerj.

Ao todo, o Coaf rastreou R$ 200 milhões em transações financeiras envolvendo 22 funcionários da Alerj. A análise foi feita a pedido dos procuradores que investigam o esquema de corrupção envolvendo deputados e servidores da Assembleia. No início de novembro, sete deputados estaduais foram presos sob suspeita de receberem propina de receberem propina de empresários de ônibus para votarem a favor de temas de interesse do setor e integrarem a base do governo de Sérgio Cabral. Outros três parlamentares que já estavam presos foram alvos de novos mandados de prisão.

O MPF afirmou que “o aproveitamento das informações na operação Furna da Onça se deve ao fato de existirem indícios de movimentações financeiras ilícitas envolvendo deputados estaduais suspeitos de prática do crime de corrupção e lavagem de dinheiro”. Ainda segundo o Ministério Público, “nem todos os nomes ali citados (no relatório) foram incluídos nas apurações, sobretudo porque nem todas as movimentações atípicas são, necessariamente, ilícitas”.

Ao jornal “O Estado de S. Paulo”, Fabrício José Carlos de Queiroz afirmou que desconhecia o assunto. Flávio Bolsonaro disse, em nota, que o assessor trabalhou com ele por mais de dez anos e sempre foi de “confiança”. O deputado acrescentou que “nunca soube de algo que desabonasse sua conduta”. Ele acrescentou que tem “certeza de que ele dará todos os esclarecimentos”.

06/12/2018

19:26

Esclarecimento

Na tarde desta quinta feira (06/12) fui surpreendida com nota publicada pelo colunista Lauro Jardim trazendo insinuações de que teria apresentado projeto de lei para beneficiar o Governador Anthony Garotinho.
Gostaria primeiro de afirmar que meu mandato sempre foi pautado pela razoabilidade e principalmente pela impessoalidade.
Em resumo, a constituição federal, no seu art. 15, diz que qualquer cidadão com condenação transitada em julgado terá seus direitos políticos suspensos durante a execução da pena. Esta suspensão de que trata a constituição não é uma pena a mais imposta, mas apenas consequência da condenação do réu que geralmente ia preso após ser condenado e por isso não conseguia exercer seu direito a voto.
Porém ao longo dos anos o nosso código penal foi sendo aperfeiçoado e o instituto de penas alternativas passou a ser amplamente utilizado. Prisões passaram a ser substituídas por pagamento de multa ou prestação de serviços comunitários. Não tem razão retirar o direito político de alguém que foi condenado a pagar somente uma multa de mil reais.
Imaginem uma pessoa que acidentalmente atropela outra e é condenada por homicídio culposo (quando não há a intenção de matar). Justamente por se tratar de um acidente a justiça condena o motorista mas substitui a pena por serviço comunitário e multa. Este motorista ficará no mínimo por 2 anos sem seus direitos políticos por consequência de um acidente.
Engana-se quem acredita que a suspensão dos direitos políticos acarreta somente a proibição de votar e ser votado. Por muitas das vezes fica-se sem conseguir um emprego, já que as empresas pedem a certidão de quitação eleitoral na hora da contratação. Ficam também proibidas de prestar concurso público, ficam sem poder tirar alguns documentos, dentre outras consequências.
O projeto que apresento vem corrigir injustiças como esta que acontecem mais do que a gente imagina em todo o Brasil, inclusive com o Governador Garotinho que foi impedido de disputar uma eleição porque foi condenado, sem sequer apresentar defesa, por perda de prazo do advogado, por “Calúnia”, ou seja, por emitir uma opinião contra um juiz da tribuna da Câmara quando era Deputado Federal.
A aprovação desta proposta pacificará discussão que hoje ocorre em tribunais de justiça de diversos estados e que inclusive já teve repercussão geral reconhecida pelo STF, através do ministro Marco Aurélio.
O tribunal de Justiça de Minas Gerais já garantiu a manutenção de direitos políticos de pessoas que tiveram a sua condenação convertida em medidas restritivas de direito.
No distrito federal também já encontramos réus solicitando o mesmo benefício.
Somente após tomar conhecimento de todos estes fatos decidi apresentar a proposta que é de amplo interesse público e em nada tem a ver com conceder benefícios específicos a apenas uma ou outra pessoa.
Neste momento em que o Brasil passa por grandes transformações seria muito útil que os veículos de informação pudessem oferecer ao cidadão brasileiro o bom debate sobre os temas discutidos na Câmara dos Deputados e não apenas insinuações com o mero intuito de depreciar uma iniciativa justa.

Deputada Federal Clarissa Garotinho

06/12/2018

15:38

A ADRIANA ANCELMO DE PEZÃO

Foto: Luiz Ackermann - O Globo
Foto: Luiz Ackermann - O Globo


Enteado de Pezão é investigado por contratos com fornecedoras do RJ
Escritório de advocacia de Roberto Horta Jardim representou empresas com vínculos com o governo

HÁ QUANTO TEMPO EU FALO ISSO!

O enteado do governador afastado Luiz Fernando Pezão (MDB), preso na última quinta (29), é investigado sob suspeita de participar do esquema de arrecadação de propina no estado.

Roberto Horta Jardim é sócio de um escritório de advocacia que representa “mais de 50 construtoras e outras empresas contratantes com o Estado" diz a Procuradoria-Geral da República. Ele foi alvo de busca e apreensão na Operação Boca de Lobo, que prendeu Pezão. A suspeita é de que o enteado tenha estruturado um esquema de recebimento de propina e lavagem de dinheiro semelhante ao atribuído pela ex-primeira-dama Adriana Ancelmo. Ela já foi condenada em quatro ações penais vinculadas ao caso por ter emitido notas fiscais de seu escritório sem a prestação de serviço para justificar o repasse de dinheiro ilícito para o marido, o ex-governador Sérgio Cabral (MDB).

Entre os clientes da banca de advocacia de Horta Jardim está a JRO Pavimentação, cujos sócios Cláudio Vidal e Luiz Alberto Gomes Gonçalves também foram presos na operação. Eles são suspeitos de serem um dos responsáveis por receber parte da suposta mesada de R$ 150 mil pagas em dinheiro por Cabral a Pezão.

A PGR vincula o grupo de Pezão ao de Cabral em razão de um e-mail enviado por Luiz Carlos Bezerra, “homem da mala” de Miranda, ao empresário Cesar de Amorim, dono da empresa High End. A firma foi a responsável por instalar um sistema de som na casa de Pezão a mando de Cabral e recebeu entre 2007 e 2014 cerca de R$ 3 milhões dos operadores financeiros do ex-governador. Na mensagem de Bezerra a Amorim, enviada em novembro de 2011, consta apenas um e-mail de Flávio, sem qualquer outra informação. “Necessário, nesse contexto, o aprofundamento das investigações para conhecer a real intenção da indicação do escritório por Carlos Bezerra a César e Amorim”, afirma PGR.

A atuação profissional do filho de Pezão é conhecida desde 2014. Ele chegou a ser questionado sobre o tema durante a campanha ao governo. Ele defendeu o enteado, afirmou que o advogado não atuava em causas contra o Estado e que as empresas representavam só 2% do faturamento do escritório. Pezão também se disse orgulhoso por não ter de buscar emprego público para o enteado se sustentar. Em 2015, ele foi nomeado como subprefeito pelo então prefeito Eduardo Paes, à época no MDB, entre 2007 e 2014.

Relatório do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) apontam uma sequência de operações financeiras suspeitas da JRO que se intensificam a partir de 2015. De acordo com o órgão, R$ 381,2 milhões foram movimentados de forma suspeita entre 2015 e 2018 em contas das empresas ou de pessoas vinculadas a ela. Entre 2004 e 2016, houve comunicação de saques em espécie de R$ 14,7 milhões.

Vidal e Gonçalves são amigos de Pezão. A JRO, fundada em 1997 em Juiz de Fora (MG), transferiu sua sede para Piraí, cidade do governador afastado, após a aproximação entre o trio. A empresa aumentou o número de contratos com o estado a partir da gestão Cabral.

Outro cliente do escritório Horta Jardim Advogados Associados é a Metalúrgica Valença, do empresário Ronald Carvalho. A firma atuou na montagem de UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) ao longo da gestão Cabral. De acordo com o economista Carlos Miranda, gerente da propina do ex-governador, o empresário pagou vantagens indevidas ao grupo do emedebista.

Também já esteve no rol dos clientes da firma a Delta Construções, do empresário Fernando Cavendish. Ele foi condenado por lavar R$ 370 milhões para distribuir propina a políticos, entre eles Cabral.

05/12/2018

20:23

O JOGO SUJO DE PARTE DA MÍDIA


Hoje conversando com meu advogado, perguntei a ele: qual é a acusação contra mim no processo que fui julgado pelo crime de quadrilha? A resposta dele chega a ser inacreditável. “Não há nenhuma prova contra você. Você não é acusado de receber propina, dinheiro ou qualquer vantagem”. Então por que fui condenado, indaguei? Ele disse: “simplesmente porque os magistrados entenderam que você protegia Rogério Andrade”. Quero dizer que vou recorrer contra esse absurdo no STJ e no STF, pois os fatos que eles alegam são de 2003 e não há a menor possibilidade de ser verdade. Mas deixo algumas reflexões pra você que me acompanha.

O juiz que me julgou em 1a instância estava impedindo de proferir sentença pois estava cobrindo férias de uma desembargadora com perda de jurisdição. Isso é uma brutal ilegalidade.

Outro fato que me chamou atenção é que o irmão do juiz estava lotado no gabinete de Paulo Melo, notório adversário político meu e integrante da quadrilha de Cabral denunciada por mim.

O terceiro fato é que o seu irmão também é bandeirinha de futebol do quadro da CBF, amigo íntimo de Ricardo Teixeira, de quem sou inimigo pessoal. São dezenas as irregularidades no processo, mas deixo uma pergunta para que você chegue à conclusão.

Por que julgar um caso tão antigo, recheado de dúvidas e sem provas, justamente no mês que antecedeu às eleições deste ano? Aliás, foi necessário aumentar a pena para que a decisão tivesse eficácia, pois o caso já estava prescrito(sem validade).

Tenho certeza que as instâncias superiores da justiça corrigirão mais essa covardia contra mim. Aliás, diferente da torcida organizada de parte da imprensa não corro nenhum risco de ser preso, como chegou a ser anunciado, pois uma decisão do STF garante minha liberdade.


Anthony Garotinho

04/12/2018

11:21

ANOTAÇÕES REVELADORAS: a roubalheira continuou a mesma

O pedido de prisão do governador Pezão tem centenas de bilhetes contendo anotações de propina para deputados, secretários e até outras autoridades. Estamos analisando com lupa o trabalho da Federal e estamos encontrando gente que até agora estava fora do radar do MPF.

Aliás segundo o relatório, só mudaram as caras, a roubalheira continuou a mesma.

04/12/2018

07:51

COMPROVADO: Minha candidatura ao governo foi ilegalmente impedida!

Com esta decisão do STF fica caracterizado mais um ato deliberado para impedir minha candidatura.

No caso eu nem fui acusado de enriquecimento ilícito mas que, no futuro, alguém integrante da ação de improbidade poderia obter vantagem.

Absurdo!

Na decisão o ministro é claro, tem que provar que o agente político teve benefício.

Covardia contra mim. Como não puderam me acusar, disseram que no futuro alguém poderia ser beneficiário de um ato que também não cometi.

Eu sei quem está por trás disso!



Veja a decisão do ministro

04/12/2018

02:02

AS FARRAS DA TURMA DE CABRAL E PEZÃO

AINDA FALTA MUITA GENTE GRANDE!!!

17 de novembro de 2016.


Clique aqui para relembrar

03/12/2018

20:49

Mais uma para Cabral



Sérgio Cabral foi condenado hoje pela oitava vez pelo juiz Marcelo Bretas na Operação Lava Jato –desta vez, a 14 anos e cinco meses de prisão por lavagem de dinheiro.

Agora, as penas do ex-governador do Rio somam 197 anos e 11 meses de prisão. Cabral tem, no total, nove condenações –a outra veio de Curitiba, pelo então juiz federal Sergio Moro.

02/12/2018

23:57

JÁ AVISEI HÁ TANTO TEMPO



A delação de Carlos Miranda, o operador de Sérgio Cabral, pode implicar dezenas de políticos e empresários ainda não denunciados.

Os 81 anexos iniciais da delação de Miranda, homologada há um ano, descrevem 19 fontes de propina que ainda não foram objetos de denúncia contra o ex-governador. Há também sete ex-secretários de Cabral na mira, além dos cinco já presos —e outros dois da gestão Luiz Fernando Pezão (MDB) também detidos”.

Também são mencionadas na delação dez empreiteiras que ainda não foram tema de acusação formal a Cabral.

A listinha inclui ainda fornecedores de viaturas para a Polícia Militar e do setor de saúde.

02/12/2018

07:01

Programa Fala Garotinho - 02 de Dezembro 2018

01/12/2018

17:04

"Fala Garotinho" de volta na SUPER RÁDIO TUPI

Neste domingo estarei de volta ao microfone da Super Rádio Tupi.
O FALA GAROTINHO agora tem novo horário: de 07h00 às 09h30. Eu espero vocês com muita alegria, prêmios e um show de atrações.
Sintonize 96,5 FM, 1280 AM, ouça pelo site www.tupi.fm ou pelo nosso Facebook.
Partiu, Tupi!

30/11/2018

20:27

DESINFORMAR PARA CONFUNDIR

Nem eu ou Rosinha fomos acusados de desvio de dinheiro público ou enriquecimento ilícito.

Contra nós fizeram acusações eleitorais que partiram de pessoas acusadas de corrupção que se juntaram à quadrilha de Sérgio Cabral para proteger integrantes do Ministério Público e do judiciário Fluminense.

Somos perseguidos, não somos bandidos!

As denúncias que levaram a quadrilha do PMDB à prisão foram feitas por mim, desde 2012. Todos que acompanham a política do Estado do Rio sabem disso!

Essa é a verdade que parte da mídia tenta esconder e será revelada em detalhes no livro que estou terminando de escrever.

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