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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

19/02/2018

17:10

Lobby por Beltrame no ministério da Segurança não deu certo

Reprodução do UOL
Reprodução do UOL

Já não é a primeira vez. Em várias ocasiões Sérgio Cabral, Jorge Picciani e a turma do MDB-RJ com seus aliados tentaram emplacar José Mariano Beltrame na Secretaria Nacional de Segurança, e agora no ministério da Segurança, em vias de ser criado. Mas seria o cúmulo.

Beltrame responde por improbidade administrativa no processo sobre o superfaturamento do aluguel das viaturas da PM, virou delegado federal entrando pela janela, sendo reprovado no concurso, e o pior de tudo, foi secretário de Segurança por mais de 9 anos, justamente o período onde Sérgio Cabral e a Gangue dos Guardanapos promoveram o maior assalto aos cofres públicos da história do Rio de Janeiro. Beltrame não apenas não viu nada, como morava no apartamento de um dos "laranjas" de Cabral, e seus filhos pegavam emprestada a lancha Manhattan, que pertencia ao então governador, comprada, claro, com dinheiro das propinas.

Com certeza não é um bom exemplo para o país.

Em tempo: Fala-se no nome do ex-governador de São Paulo, Luiz Antônio Fleury Filho, que foi secretário de Segurança de Orestes Quércia. Só não sei se ele topa devido à idade, está com 79 anos.

19/02/2018

15:42

O espólio do PR-RJ

Deputado Altineu Côrtes
Deputado Altineu Côrtes

O PR para mim é passado, mas não posso deixar de comentar a notícia que vem saindo em colunas políticas sobre o rumo do partido aqui no nosso estado, após a minha saída e do meu grupo político.

Vocês lembram que eu revelei aqui no blog que a decisão da direção nacional do PR de me afastar do comando do partido no Rio de Janeiro foi tramada quando o presidente nacional, o ex-senador Antônio Carlos Rodrigues esteve preso em Benfica e teve conversas com Sérgio Cabral e Jorge Picciani. A verdade é que o comando do PMDB-RJ, agora MDB-RJ "seduziu" o PR.

Agora pasmem, mas quem quer voltar para o PR e assumir a presidência do diretório estadual é o deputado Altineu Côrtes. Ele foi eleito com os votos da nossa legenda, depois traiu os companheiros porque "negociou" o seu passe com o PMDB. Pulou para lá, virou aliado de Eduardo Cunha, a quem antes atacava e acabou nas garras da Lava Jato. A Procuradoria Geral da República diz que Altineu era um dos parlamentares usados por Cunha para fazer requerimentos convocando empresários às CPIs, que segundo o MPF, era um dos métodos usados pelo ex-presidente da Câmara, hoje preso em Curitiba, para arrecadar propinas.

É esse que quer assumir o controle do PR fluminense. Só não custa lembrar que ele teve 40 mil votos na última eleição, só entrou com os votos do partido. E o PR não conta mais com a deputada mais votada (na sigla) na última eleição que foi a minha filha Clarissa Garotinho, que teve 330 mil votos, hoje no PRB, após ser expulsa pela direção nacional. A grande força do PR-RJ, caso se confirme a notícia, vai ser um deputado enrolado na Lava Jato e que não consegue nem 50 mil votos. Com ele ou sem ele vocês vão ver o desempenho do PR-RJ na eleição.

19/02/2018

14:00

Garotinho e vereadores falam de ato do dia 8 de março pelo impeachment de Rafael Diniz



19/02/2018

13:01

Entrevista de Garotinho à TV 247

Nesta entrevista em falo da intervenção na segurança pública do Rio e também de como a Globo se rendeu ao governo de Michel Temer por medo do escândalo de corrupção da FIFA, que é investigado pela Justiça dos Estados Unidos.



19/02/2018

09:59

Mais uma farsa de Pezão

Temer e Pezão na solenidade de assinatura do decreto de intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro
Temer e Pezão na solenidade de assinatura do decreto de intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro

Até quando Pezão vai insistir, com o apoio das Organizações Globo, que foi dele o pedido de intervenção militar na segurança pública do Rio? É mais uma farsa, mas essa sem nenhum lastro, insustentável, com o objetivo de melhorar a imagem de Pezão junto à população. Todo mundo político e a imprensa sabe que Pezão foi comunicado que haveria a intervenção e se surpreendeu. E a Globo em conjunto com o Palácio do Planalto criaram uma "saída honrosa" para Pezão com esse papo furado de que foi dele a iniciativa da intervenção. Me engana que eu gosto!

18/02/2018

16:05

Intervenção no desfile do Paraíso do Tuiuti

Sensação do desfile da escola de samba Paraíso do Tuiuti, vice-campeã do carnaval do Rio, o "vampiro" Temer não desfilou de faixa presidencial no Sábado das Campeãs. A Presidência da República acionou a Liga das Escolas de Samba (Liesa), que por sua vez "convenceu" os dirigentes da agremiação a desistirem da faixa. Foi a primeira intervenção, antes das Forças Armadas irem para as ruas. Aliás, com faixa ou sem faixa, o vampiro Temer entrou para a história do carnaval, viralizou nas redes sociais, e se transformou numa das principais notícias do carnaval 2018.

Aliás, queria saber quem foi o "pai" da ideia "luminosa" de forçar a escola de samba a tirar a faixa presidencial. Até parece que mudou alguma coisa. Pelo contrário gerou outra notícia negativa. Isso cheira a Moreira Franco, responsável pela comunicação do governo, e que adora mostrar serviço com bobagens. O resultado foi o mesmo que tentar apagar um incêndio jogando gasolina.

18/02/2018

13:04

ATENÇÃO SIMPATIZANTES, PRÉ-CANDIDATOS E MILITANTES NOSSA REUNIÃO FOI TRANSFERIDA

A reunião do dia 20 foi remarcada para o dia 28 de fevereiro, às 14 horas, quando debateremos o caminho partidário e as proposta para reconstruir nosso Estado arrasado pelo PMDB e seus aliados.

Vá enviando suas propostas para nosso grupo de trabalho.

Já temos mais de 200 iniciativas para retomar o crescimento com justiça social do nosso ESTADO. Entre elas estão:

1-Revitalização do setor naval, através de incentivos a toda cadeia produtiva.

2-Fim dos inventivos fiscais para os setotes que não geram empregos ou novas tecnologias.

3-Retomada do programa Delegacia Legal e implantação pela PM do Batalhão de Defesa Social.

4-Retomada dos programas Jovens pela Paz e Reservistas da Paz nas comunidades de todo estado.

5-Fechar questão contra a venda da CEDAE e criar o programa de desprivatizaçao a começar pelo antigo BANERJ, hoje ITAÚ, e o Terminal Menezes Cortes, ambos altamente lucrativos que poderiam financiar a segurança pública.

5-Retomar a produção de medicamentos do Vital Brasil e reabrir as farmácias populares e ampliar a oferta de remédios em todo estado.

6-Reassumir definitivamente o Maracanã e retomar o programa GOL DE PLACA em parceria com a Loterj.

7-Estabelecer o calendário de pagamentos anual do funcionalismo.Como havia anteriormente.

8-Renegociar a dívida do Estado com a União e fornecedores. Levar em conta os créditos do Estado do Rio junto ao GOVERNO Federal e suas empresas.

9-Retomar o programa de renda mínima Cheque Cidadão e os Restaurantes Populares.

10-Ampliar o ensino integral e as FAETECs.

11-Rediscutir o papel de cada uma das nossas universidades públicas no projeto de retomada do crescimento do ESTADO.

Precisamos validar com os companheiros e nossos candidatos todo nosso programa.

Espero todos no próximo dia 28, às 14 horas.

Aguardem somente a confirmação do local do encontro pois o número de participantes aumentou bastante.

DIA 28 DE FEVEREIRO VAMOS COMEÇAR A DEVOLVER O ESTADO Do RIO PARA NOSSA GENTE.

ANTHONY GAROTINHO

18/02/2018

11:37

Intervenção na segurança não ataca o "crime organizado" do MDB do Rio

Reprodução do Globo
Reprodução do Globo

O artigo do jornalista Elio Gaspari toca em várias questões importantes que eu falo há bastante tempo. Claro que os nomes que cita como interventores ideais para o nosso estado é uma questão da preferência pessoal dele. Mas manter Pezão e a quadrilha do PMDB-RJ, agora MDB, à frente do estado dando continuidade aos seus negócios que levaram o Rio de Janeiro à situação dramática que vive hoje não vai resolver o nosso problema, nem da segurança pública. Pelo contrário só vai servir para ajudar os aliados de Pezão, Cabral, Picciani na eleição deste ano.

18/02/2018

10:28

Garotinho fala da intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro

17/02/2018

14:03

A Lava Jato e a ALERJ

Jorge Picciani (na frente), Paulo Melo (atrás à esquerda) e Edson Albertassi (atrás à direita) sendo conduzidos presos pela Polícia Federal
Jorge Picciani (na frente), Paulo Melo (atrás à esquerda) e Edson Albertassi (atrás à direita) sendo conduzidos presos pela Polícia Federal

Não tenham dúvidas de que está para sair do forno e não vai demorar muito mais uma operação da Lava Jato no Rio de Janeiro. Será o desdobramento da etapa Cadeia Velha, que levou para a prisão os deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, por envolvimento no esquema de propinas da Fetranspor. Os poderosos Jacob Barata, José Carlos Lavoura e Lélis Teixeira, que mandam nos ônibus do Rio de Janeiro estão colaborando com o MPF e a PF. As duas instituições receberam reforço no final do ano passado. O que está por vir será uma bomba de muitos megatons que cai explodir no meio do plenário do Palácio Tirandentes, sede do Legislativo fluminense, e atingirá um número substancial de deputados. Vai ser um Deus nos acuda.

17/02/2018

12:30

Disputa pelo dinheiro do MDB-RJ

Leonardo Picciani e Marco Antônio Cabral; ao lado Moreira Franco
Leonardo Picciani e Marco Antônio Cabral; ao lado Moreira Franco

Com a prisão do "todo poderoso" presidente da ALERJ, agora licenciado, deputado Jorge Picciani, a presidência do MDB-RJ está temporariamente nas mãos do vice-presidente, o deputado federal Marco Antônio Cabral, filho de Sérgio Cabral. Mas não terá o comando do MDB-RJ por muito tempo. O ministro Moreira Franco já está se movimentando para tomar o partido no Rio, só aguarda a decisão do STF sobre o pedido de habeas corpus de Picciani. Caso o habeas corpus não saia, Moreira vai travar um duelo com o clã Picciani. Na hipótese de continuar preso, Jorge Picciani quer na presidência do partido seu filho Leonardo, atual ministro do Esporte, que deixará o cargo em abril para disputar a reeleição como deputado federal. Quem presidir o partido terá o controle do fundo partidário e do fundo eleitoral, consequentemente facilitando a vida dos candidatos que fizerem dobradinhas na eleição. E lembrando que Moreira Franco anda pensando em disputar vaga de deputado federal para garantir foro privilegiado.

17/02/2018

11:02

A ressaca de Jair Bolsonaro

O deputado federal Jair Bolsonaro está criticando a intervenção, mas não fala em público os reais motivos. Em vídeo gravado no Facebook alega que a intervenção foi planejada "nos porões do Palácio do Planalto" sem ouvir o comando das Forças Armadas e das polícias Civil e Militar do Rio. Esse é o argumento para o público.

Em privado, Bolsonaro sabe que a intervenção esvazia o seu discurso de linha dura na segurança pública. Levou uma rasteira do governo que vai atrapalhar seus planos eleitorais.


17/02/2018

09:16

A hipocrisia do MDB

Reprodução do blog de Josias de Souza, do UOL
Reprodução do blog de Josias de Souza, do UOL

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16/02/2018

12:57

Intervenção na segurança: Por que não tirar Pezão?

Há meses que venho afirmando que a saída para o Estado do Rio de Janeiro é a federalização do sistema de segurança pública. O governo federal optou pela saída errada: a intervenção, que em outras oportunidades já demonstrou ser ineficiente. A diferença entre as duas situações é clara.

Na federalização as forças de segurança passam a ter o tratamento, não só o comando, das forças de segurança do Distrito Federal, com salários especiais, recursos e apoio integral do governo federal. Aliás, do ponto de vista histórico isso seria justíssimo, e é devido ao nosso estado desde a transferência da capital.

A intervenção é um mero paliativo para acalmar a população diante dos desastres cometidos na área de segurança pelos governos de Sérgio Cabral e Pezão.

Como venho afirmando há anos a implantação das UPPs desorganizou o sistema de segurança precário que existia no Rio. Foram abandonadas as delegacias legais, os cursos de formação de policiais, o policiamento ostensivo, como o GETAM (Grupamento Especial Tático Móvel) e outros.

No Estado sob as mãos, primeiro de Beltrame, e depois de Roberto Sá, o que se viu foi a explosão dos grupos milicianos, o privilégio de uma determinada facção sobre outras na implantação de UPPs, e milhões de recursos jogados fora em sucessivos investimentos equivocados para a Olimpíada e a Copa do Mundo.

É inegável também que faltou uma escala de contenção da violência, que se inicia pela prevenção, seguido da organização e modernização do aparelho policial, do sistema penitenciário, dos batalhões de polícia, do sistema de inteligência, e por fim de uma repressão qualificada que evite a quantidade de mortes de policiais e pessoas inocentes, atingindo somente quando necessário criminosos, porque o objetivo principal é prendê-los.

O governo federal demorou a tomar a decisão, e tomou o caminho errado. Se essa for a primeira etapa da federalização melhor, mas não parece. Digo que demorou porque se tivesse feito há mais tempo teria evitado o desperdício dos milhões que foram roubados no aluguel de viaturas superfaturadas na Polícia Militar. Teria evitado o constrangimento de ver o secretário de Segurança do Estado, José Mariano Beltrame, morando na casa de um dos operadores (laranja) do grande saqueador do Rio, Sérgio Cabral. Teria evitado ainda a desorganização do sistema prisional com a criação de um presídio vip, e a colocação à frente da Secretaria de Administração Penitenciária de pessoas incompetentes para desempenhar uma função importante, que é evitar que de dentro dos presídios as ordens continuassem sendo dadas aos criminosos entrincheirados em suas áreas de atuação.

Toda a sociedade quer a paz, mas achar que ela virá somente pela atuação das forças policiais é um equívoco. Os jovens que hoje estão saqueando supermercados ou sendo "aviões" do tráfico poderiam estar participando de programas sociais como o Jovens Pela Paz e Reservistas da Paz. As comunidades que receberam UPPs, um latão sem o mínimo de condições de trabalho para os policiais, não receberam do Estado nada além de polícia. Viram seus programas sociais serem extintos, e a elite política do Rio se esbaldando e esbanjando na farra dos guardanapos, na compra de mansões e iates, contas no exterior, e outras falcatruas que tanto o Ministério Público Estadual como a Justiça Estadual assistiram de camarote, como se estivessem na Marquês de Sapucaí. O que acontece no Rio é o desfile da Paraíso do Tuiuti somado com o desfile da Beija Flor.

Achar que uma intervenção da Forças Armadas vai resolver o problema é querer iludir o povo mais uma vez. Segurança pública requer capacitação, investimento em tecnologia, restabelecimento da autoridade moral nas polícias, além de outros fatores que compõem o conjunto de ações para impedir que numa sociedade desigual, comandada por larápios, uma geração inteira caia no crime.

Faço pequenas observações para terminar este texto. Se o governo federal não estender a intervenção até o sistema penitenciário será tempo e dinheiro jogados fora. Se for para colocar, mais uma vez, tanques nas avenidas Atlântica, Vieira Souto, Brasil e nas Linhas Vermelha e Amarela para proporcionar sensação de segurança, como foi feito em 1994, também é jogar dinheiro fora. Se for criado um Ministério da Segurança para colocar sentado lá gente que participou ativamente da roubalheira no Rio, como está se falando, pois afirmam que o preferido de Temer é José Mariano Beltrame, aí a farsa estará consumada.

Agora se for o primeiro passo para a federalização pode ser um bom começo. Aliás, uma pergunta que se faz necessária: essa figura melancólica chamada Pezão já não controla as finanças estaduais, após a assinatura do Plano de Recuperação Fiscal, pois a delegação foi dada a um representante do Ministro da Fazenda, conforme previsto na lei aprovada pela ALERJ e no decreto presidencial. Agora não terá mais comando das polícias, dos bombeiros, e esperamos também dos presídios. Ele já está cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral apenas com recurso aguardando julgamento no TSE. O líder do seu governo, deputado Edson Albertassi está preso em Benfica. O grande articulador de suas iniciativas no Legislativo, Jorge Picciani, também está preso em Benfica. O seu ex-braço-direito, Hudson Braga também está preso. O seu mentor como governador do estado, Sérgio Cabral, foi mandado para Curitiba sob acusação verdadeira de que dava ordens de dentro do presídio que Pezão mandou construir para ele e seus amigos.

Desculpem a franqueza, mas não seria mais fácil decretar uma intervenção no estado e afastar Pezão?

Talvez o STJ faça isso que Temer não teve coragem de fazer. Aguardemos os próximos dias.

16/02/2018

11:40

A ilusão de Eduardo Paes

Francisco Dornelles e Eduardo Paes
Francisco Dornelles e Eduardo Paes

O ex-prefeito Eduardo Paes e seu pupilo Pedro Paulo vão deixar o MDB. Até aí tudo dentro do esperado. Paes que foi até agora um dos principais nomes do partido, ao lado de Sérgio Cabral e Jorge Picciani, está vendo o navio afundar atingido pela Lava Jato. E é aquela história quando o navio está afundando os ratos abandonam o porão. Está fechando uma negociação com o PP, do vice-governador Francisco Dornelles. Acha que mudando de sigla partidária, indo se alojar no reduto de Dornelles os eleitores vão esquecer a roubalheira do PMDB, hoje novamente MDB. Mas alguém deveria alertar o ex-prefeito que não adianta o partido para onde vá. A Lava Jato está prestes a o alcançar de forma definitiva. Em breve deverá estar em companhia de outros colegas do PMDB-RJ, que já estão "residindo" em Benfica.

16/02/2018

07:40

Governo Federal decide fazer intervenção na Segurança do Rio de Janeiro

Fuzileiro Naval atuando na segurança do RJ (Foto: TASSO MARCELO/ AFP)
Fuzileiro Naval atuando na segurança do RJ (Foto: TASSO MARCELO/ AFP)

Como venho dizendo desde o início, a situação de Pezão à frente do Estado está insustentável há muito tempo. Logo mais, após da publicação do decreto de Temer, farei uma análise detalhada sobre o assunto.

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