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sábado, 21 de julho de 2018

15/07/2018

10:08

Na prefeitura, Indio da Costa usou helicóptero para fazer pré-campanha

Reprodução do O Globo
Reprodução do O Globo

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14/07/2018

12:02

PGR é contra desmembramento de inquérito dos Portos pedido pelo dono da Rodrimar

A Procuradoria Geral da República enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer em que pede que Luís Roberto Barroso negue pedido do dono da Rodrimar, Antônio Celso Grecco, no âmbito do inquérito dos portos, que também investiga Michel Temer.

A Procuradoria também opinou contra pedido de Grecco de desmembramento do inquérito, na hipótese de o STF entender que a investigação deve continuar. O caso está no Supremo porque Temer, na condição de presidente, tem direito ao chamado foro privilegiado.

Se a investigação for desmembrada, a parte sobre Grecco será enviada para a primeira instância da Justiça.

A Rodrimar é uma das empresas que operam no porto de Santos supostamente beneficiada por decreto editado por Temer.

14/07/2018

09:29

PF diz que Aécio maquiou dados do Banco Rural enviados à CPI dos Correios

Em relatório finalizado em maio, a Polícia Federal disse ter comprovado o envolvimento de Aécio Neves para maquiar dados do Banco Rural enviados à CPI dos Correios, que investigou o esquema do mensalão.

Segundo o delegado Heliel Jefferson Martins Costa, o objetivo era esconder os vínculos da instituição com as empresas de Marcos Valério, operador do mensalão, e o governo de Minas Gerais, comandado na época por Aécio.

No relatório, Heliel diz que o envolvimento do senador tucano teria sido provado a partir de fatos que, reunidos em ordem lógica, possibilitam ao investigador afirmar que Aécio não tinha como não saber ou não ter participado da trama apurada.

13/07/2018

14:04

Juiz concede liberdade ao ex-ministro Henrique Eduardo Alves

O juiz Francisco Eduardo Guimarães Farias, da 14° Vara Federal de Natal, revogou a prisão domiciliar do ex-ministro Henrique Eduardo Alves.

Ex-ministro nos governos Dilma e Temer, Henrique Eduardo Alves se beneficiou indiretamente de uma decisão de junho, dada pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federa, que determinou a soltura do deputado cassado Eduardo Cunha por excesso de prazo na prisão. Ele permanece preso, no entanto, por conta de outros mandados. A defesa de Henrique Alves conseguiu uma extensão daquela decisão.

Henrique Alves estava preso na Academia de Polícia Militar desde o dia 6 de junho de 2017 por conta de dois mandados de prisão preventiva - um expedido pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte e outro pela Operação Sépsis, que corre na 10ª Vara Criminal do Distrito Federal.

No Rio Grande do Norte, o ex-ministro do governo Temer foi alvo da Operação Manus, que investiga o pagamento de propina relaciona a construção da Arena das Dunas. Em Brasília, o peemedebista é réu e foi preso em um desdobramento da Operação Sépsis por supostamente receber valores de empresas que receberam aportes milionários do FI-FGTS.

13/07/2018

11:19

Justiça do DF nega pedido de liberdade de Eduardo Cunha

O juiz Vallisney de Souza Oliveira negou o pedido de liberdade de Eduardo Cunha, revogando a prisão preventiva.

A decisão encontra-se no processo de obstrução de Justiça que envolve Cunha, o corretor Lúcio Funaro e o empresário Joesley Batista na Justiça Federal no Distrito Federal. Nesse processo, a prisão preventiva foi determinada em maio de 2017, época em que Cunha já se encontrava preso em decorrência de processo da Operação Lava Jato no Paraná.

"Embora já tenha decorrido mais de 12 meses desde o supracitado decreto de prisão, permanecem inalterados os fatos e fundamentos que deram ensejo à custódia de Eduardo Cunha", pontuou Vallisney.

Cunha foi acusado de receber dinheiro para permanecer em silêncio, enquanto estivesse na prisão, a respeito da possível prática de ilícitos envolvendo o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves.

Segundo o Ministério Público Federal, Cunha continuava agindo mesmo preso. A defesa de Cunha alegava que não havia qualquer elemento que apontasse "um suposto agir voltado a atos criminosos desde o afastamento de Cunha de seu mandato de parlamentar, não havendo, na atualidade, periculosidade do agente”.

Na decisão, porém, o juiz diz que escutas telefônicas e gravações apontavam que havia "pagamento de vantagem indevida a Cunha, mesmo depois de preso, com o objetivo de compensar dívidas de propina e mantê-lo tranquilo, e em silêncio, em relação a fatos que pudessem afetar outros envolvidos, como a cúpula dos integrantes do MDB da Câmara”.

Mesmo que houvesse uma decisão favorável a Cunha, ele não deixaria a prisão imediatamente, já que o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) confirmou sua condenação em processo da Operação Lava Jato. A execução provisória da pena, nesse caso, já foi iniciada.

13/07/2018

09:02

STF arquivou ao menos 40 investigações da Lava-Jato e J&F

O Supremo Tribunal Federal já arquivou pelo menos 40 inquéritos e investigações de corrupção, lavagem de dinheiro e caixa 2 que envolviam políticos citados por delações da Lava-Jato ou de executivos da J&F. A maioria não seguiu adiante por falta de provas. Em sete casos os ministros concluíram que os fatos investigados estavam prescritos devido à idade dos envolvidos - o tempo de prescrição cai pela metade para políticos com mais de 70 anos.

Os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Aécio Neves (PSDB-MG), os deputados Luiz Fernando Ramos (PP-MG) e José Otávio Germano (PP-RS), o governador do Acre Tião Viana (PT) e os ex-governadores do Amazonas Eduardo Braga (PMDB) e Omar Aziz (PSD), por exemplo, se livraram de processos porque a Promotoria entendeu que não deveria oferecer denúncia ou porque a Justiça decidiu que não havia motivos para dar início a um processo.

12/07/2018

22:42

Papo Reto com Garotinho

12/07/2018

15:21

Nova Lei de Licitações favorece família de relator, deputado João Arruda

Relator do projeto de lei que revoga a Lei de Licitações (8.666/1993) e cria uma nova norma para concorrências públicas no Brasil, o deputado federal João Arruda (MDB-PR) encampou em seu relatório regra sob medida para beneficiar conglomerado de empresas controlado por seu sogro e sua mulher.

Um dos artigos prevê que, nos casos de obras de grande vulto, será exigido de empreiteiras contratadas pelo poder público um seguro-garantia de 30% do valor inicial do contrato. Ele serve para cobrir obrigações das empresas, inclusive as multas e indenizações em caso de interrupção dos empreendimentos.

Se o texto passar, as seguradoras vão faturar mais e a tendência é de que as obras públicas encareçam. Atualmente, o percentual do seguro-garantia varia de 5% a 10%.

Arruda é casado com Paola Malucelli, uma das acionistas do grupo JMalucelli, que inclui a JMalucelli Seguradora. A empresa é líder no segmento de seguro-garantia, conforme seus balanços.

As alterações na Lei de Licitações foram aprovadas pelo Senado e mantidas pelo deputado em seu relatório. Se aprovado na comissão da Câmara criada para discutir o assunto, o texto segue para o plenário da Casa. Em seguida, terá de ser apreciado de novo pelos senadores.

12/07/2018

13:07

Senado aprova verba e criação de cargos para intervenção federal no RJ

O Senado aprovou duas medidas provisórias voltadas para a intervenção federal em segurança pública no estado do Rio de Janeiro. Os dispositivos criam cargos e destinam recursos para a atuação do gabinete interventor. Os dois textos foram aprovados nesta quarta-feira pela Câmara dos Deputados e seguem para sanção presidencial.

A primeira MP aprovada destina R$ 1,2 bilhão para custear as atividades do Gabinete de Intervenção Federal. Pelo texto, esses recursos serão utilizados na compra de veículos (blindados e não blindados), armamento, munição, equipamento individual, na contratação de serviços e no pagamento de pessoal. Desde o mês de fevereiro, o estado do Rio de Janeiro está sob intervenção federal na área de segurança pública.

A aprovação das medidas era uma das prioridades do governo antes do início de recesso parlamentar, segundo o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun.

12/07/2018

09:37

Justiça quebra sigilo de conta do governo Pezão no Bradesco

Reprodução do blog do Lauro Jardim
Reprodução do blog do Lauro Jardim

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11/07/2018

15:53

A Justiça tem que ser para todos

"MESMO A MELHOR LEI SE TORNA INJUSTA QUANDO A DECISÃO CAI NAS MÃOS DE UM MAU JUIZ".

A decisão totalmente ilegal do Juiz Ralph Manhaēs em proibir uma reunião politica partidária dentro de um clube é o oposto do que determina a lei eleitoral. Ele praticou censura. Se alguém tinha dúvida de sua parcialidade, de sua perseguição a mim e ao meu grupo político nas ações que vem atuando, agora ficou claro.

Cumprimos a decisão judicial mas não é possível que um juiz que tem partido continue a proteger seus aliados e perseguir quem se opõe ao grupo político do atual prefeito Rafael Diniz.

O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL será acionado para que esse ato que faz lembrar a ditadura não se repita.
A JUSTIÇA É PARA TODOS.

VEJA A REVOLTA DO POVO NOS VIDEOS ABAIXO.


11/07/2018

14:24

Quem vai cuidar da imagem de Pezão?

Reprodução do blog do Lauro Jardim
Reprodução do blog do Lauro Jardim

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11/07/2018

06:19

VEM AÍ A SÉRIE DE REPORTAGENS SOBRE A "GANGUE DOS GUARDANAPOS"

Mais detalhes, imagens e fatos inéditos. Você vai ficar chocado! Revoltado!

10/07/2018

15:44

Mesmo na solitária, Geddel continua indisciplinado

A juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, afirmou ter recebido informações do Presídio da Papuda de que, mesmo diante do isolamento imposto ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, ele permanece indisciplinado.
Segundo a juíza, em decisão do começo de julho, o isolamento disciplinar não prejudica o estado de saúde dele, que tem se recusado a receber todas as refeições diárias e sair para o banho de sol.

O isolamento começou em 27 de junho e durou dez dias em razão da prática de desacato. Além disso, Geddel também já foi alvo de suspeitas de uso de remédios não prescritos dentro do presídio, o que está sob apuração. No fim de junho, uma supervisora da vara de execuções cobrou, de ordem da juíza Leila Cury, o presídio sobre as medidas tomadas.

A juíza destacou que, como em todo isolamento, Geddel teve acesso suspenso à cantina, à televisão e visitas, tendo sido mantido banho de sol diário de 3 horas, mas que ele se recusa sem "razão plausível". Ela citou que Geddel estava cumprindo o isolamento em cela com mais de seis metros quadrados, tamanho mínimo recomendado, e com estrutura mínima.

Geddel cumpre prisão em Brasília desde o ano passado, após investigação sobre fraudes na Caixa Econômica Federal. Ele foi preso depois de a Polícia Federal ter apreendido, na Operação Cui Bono, R$ 51 milhões em dinheiro que estavam distribuídos em malas, em um apartamento supostamente utilizado pelo ex-ministro em Salvador.

10/07/2018

12:57

A gulosa Assembleia: auxílio-alimentação de servidores é reajustado em 50%

Reprodução do blog da Berenice Seara
Reprodução do blog da Berenice Seara

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10/07/2018

09:43

Operador de Cabral diz que Picciani recebeu R$ 400 mil por mês quando ficou sem mandato

O ex-operador de Cabral, Carlos Miranda, disse nesta segunda-feira que Picciani e Paulo Melo receberam dinheiro do caixa único de propinas que o ex-governador Sérgio Cabral mantinha. Miranda ele prestou depoimento ao Tribunal Regional Federal da 2a Região.

Segundo Carlos Miranda, Picciani e Cabral já dividiam propinas desde os tempos em que o ex-governador comandou a Alerj. Quando Picciani ficou sem mandato, depois de ser derrotado na disputa para o Senado, passou a receber R$ 400 mil mensais do caixa de propina de Cabral entre 2011 e 2014. Picciani recebeu dinheiro ilícito também durante suas gestões na Assembleia, segundo delatou o ex-operador.

Miranda disse que Paulo Melo recebia esporadicamente propinas quando era líder do governo e, quando assumiu o comando da Alerj, passou a ganhar R$ 700 mil mensais, que depois viraram R$ 900 mil.

O ex-operador fazia o controle financeiro das propinas de Cabral. Ele disse que o dinheiro pago por empresas como Delta, Carioca Engenharia, Andrade Gutierrez, Facility, etc, era juntado num caixa único gerenciado por ele.

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