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sábado, 21 de julho de 2018

04/07/2018

12:09

'Time' de políticos tira licença para ver o Brasil jogar na Copa da Rússia

Reprodução do Blog da Berenice Seara
Reprodução do Blog da Berenice Seara

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04/07/2018

09:43

Lava-Jato manda prender empresários do esquema Cabral que fraudaram Into

Um ano e dois meses depois de desbaratar um esquema de corrupção na saúde pública do Rio na operação ‘Fatura Exposta’, que levou empresários e o ex-secretário de saúde do estado à prisão, a força-tarefa da Lava-Jato volta às ruas nesta quarta-feira para prender o empresário Miguel Iskin, seu sócio Gustavo Estellita e outras 20 pessoas, além da busca e apreensão em 44 endereços no Rio e São Paulo. Também foi decretado o bloqueio de bens dos investigados no valor de R$ 1,2 bilhão na operação denominada ‘Ressonância’.

A operação mira agora empresas envolvidas no esquema de cartelização e desvio de dinheiro no fornecimento de próteses e equipamentos médicos por meio de fraudes em licitações no chamado "clube do pregão internacional" liderado por Iskin. Foi identificado um cartel de fornecedores que atuou no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).

Miguel Iskin é apontado pelo Ministério Público Federal como o “grande corruptor” da iniciativa privada na área da saúde no Estado do Rio, reconhecido como um dos principais fornecedores de equipamentos médico-hospitalares. Sua influência entre políticos de 'alta patente' tanto no Rio quanto em Brasília somada à sua postura para lidar com os negócios lhe rendeu o apelido de "Xerife". Foi com essa influência no meio político que Iskin se livrou de prestar, graças a Eduardo Cunha, depoimento em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de 2015 que investigava fraudes no mercado de órteses e próteses. Cunha está preso na Operação Lava-Jato desde outubro do ano passado.

Ainda de acordo com as investigações do Ministério Público no âmbito da Fatura Exposta, Iskin seria responsável por repassar R$ 450 mil por mês ao ex-governador Sérgio Cabral.

03/07/2018

13:08

Eike Batista é condenado a 30 anos de prisão por pagar propina a Cabral

O juiz Marcelo Bretas condenou Eike Batista a 30 anos de prisão e a pagar uma multa de R$ 53 milhões por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Ele é acusado de pagar propina no valor de 16,5 milhões de dólares a Sérgio Cabral. Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal, a fim de ocultar o pagamento a Cabral, o doleiro Renato Chebar criou uma offshore chamada Arcadia Associados, que assinou um contrato fictício com a empresa Centennial Asset Mining Fund, de Eike Batista, para a possível aquisição de uma mina de ouro.

O ex-braço-direito de Eike e ex-vice-presidente do Flamengo, Flavio Godinho, foi condenado a 22 anos de prisão.

Na mesma sentença, Bretas condena também Sérgio Cabral a mais 22 anos e oito meses de prisão por corrupção passiva, assim como Adriana Ancelmo a mais 4 anos e seis meses. Essa foi a sexta condenação de Cabral em processos que apuram esquemas de corrupção no estado do Rio de Janeiro. O ex-governador já soma penas que ultrapassam 120 anos de prisão.

03/07/2018

10:45

Ministério da Saúde descredencia Unidades de Saúde da Família

Reprodução do Brasil 247
Reprodução do Brasil 247

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03/07/2018

07:28

Palocci promete abrir computadores da sua consultoria com arquivos de negociatas

O material reúne contratos, planilhas e outras evidências mantidos até hoje em segredo nos computadores da consultoria de Palocci que abrirão uma nova frente de investigação dentro da maior operação de combate de corrupção do Brasil com foco em empresas privadas.

O compartilhamento desses dados é a principal condição para que o ex-ministro deixe a prisão e progrida para o regime domiciliar com tornozeleira, segundo o acordo de delação assinado por ele com a Polícia Federal, em abril, e homologado no fim de junho pelo juiz João Pedro Gebran Neto, o relator da Lava-Jato na Tribunal Federal Regional da 4ª Região (TRF-4).

02/07/2018

15:24

Aniversários de Anthony Neto e Clarissa



CLARISSA...
Esse raio de sol que Deus me deu de presente completa mais um capítulo da vida.
Pedaço de mim e de Rosinha, amamos você com a intensidade das coisas sobrenaturais.
Feliz tudo. Afinal você tem sido um presente diário para nós.
Com o amor de sempre.
Seu pai.

ANTHONY NETO...
Meu querido neto que carrega o nome do vovô. Um lindão não é mesmo? Vovô GAROTINHO te ama.

O melhor presente que poderia desejar a eles é que as bênçãos de Deus estejam todos os dias sobre suas vidas! E que a sabedoria que inspirou Salomão possa inspirá-los em suas decisões no dia a dia.
Nosso amor por vocês se parece com as estrelas do céu, que não podem ser contadas...
Eu amo vocês.

02/07/2018

13:44

Doleiros investigados movimentaram contas em 29 países

Documentos entregues por delatores da ‘Operação Câmbio, desligo’ mostram que 35 doleiros movimentaram milhões de dólares por meio de 260 offshores com contas abertas em 97 bancos espalhados por 29 países. As transações foram feitas por meio do sistema financeiro paralelo comandado por Dario Messer, considerado o “doleiro dos doleiros”.

Segundo o Ministério Público Federal, o grupo de doleiros teria movimentado US$ 1,6 bilhão entre 2007 e 2016.

A ‘Câmbio, desligo’ é um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro. A operação foi deflagrada em 3 maio e prendeu vários doleiros. Apontado como líder do esquema, Messer é considerado foragido da Justiça desde então.

Segundo o MPF, ele atuava como um “doleiro dos doleiros, indicando clientes que necessitavam de dólares (compradores) e que necessitavam de reais”.

02/07/2018

10:07

PGR é contra acesso de Padilha e Moreira a dados de quebra de sigilo de Temer

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer contra pedido dos ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco para acesso a dados de quebra de sigilos telefônicos no inquérito que investiga os dois e o presidente Michel Temer por conta das delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht.

O caso se refere a um jantar no Palácio do Jaburu em maio de 2014, em que se teria acertado o repasse ilícito de R$ 10 milhões ao MDB. De acordo os delatores da Odebrecht, teriam participado da reunião Eliseu Padilha, o então presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht, o ex-executivo Cláudio Melo Filho, e o então vice-presidente Michel Temer.

Para Dodge, o direito de acesso dos investigados aos autos se limita às provas já documentadas no processo, para que isso não prejudique a apuração.

Raquel Dodge também se manifestou contra dar acesso ao ex-diretor da Odebrecht Cláudio Mello Filho, delator no inquérito, a todo o processo. Para a procuradora, a íntegra, envolvendo conteúdo sigiloso, só pode ser acessado pelas partes do processo, e delator não é parte, somente os investigados.

A decisão sobre os pedidos dos ministros e de Cláudio Mello ainda será dada pelo relator da Lava Jato no Supremo, ministro Luiz Edson Fachin.

01/07/2018

13:16

PF continuará investigando Temer durante recesso

O ministro Luís Roberto Barroso autorizou a Polícia Federal a continuar investigando Michel Temer no inquérito dos portos durante o recesso do Supremo Tribunal Federal. A investigação apura se o presidente teria se envolvido em um esquema de corrupção para beneficiar empresas do setor portuário.

No despacho, Barroso afirma que há um “volume expressivo de providências já tomadas e um conjunto relevante de informações obtidas” pela PF no âmbito da investigação. E conclui dizendo que “atoriza o Delegado de Polícia Federal, Dr. Cleyber Malta Lopes, a prosseguir com as diligências de investigação até que venha aos autos a manifestação da Procuradoria-Geral da República”.

01/07/2018

09:45

Youssef usou seis bancos para lavar dinheiro da Petrobrás

Investigação da Polícia Federal identificou nas quebras de sigilo de empresas do grupo do doleiro Alberto Youssef que contas em seis bancos com sede no Brasil foram utilizadas para movimentar US$ 232 milhões. Os valores foram empregados em contratos de câmbio fraudulentos para lavar dinheiro desviado da Petrobrás. Segundo o Ministério Público Federal, o dinheiro passou por 109 contas de empresas que foram utilizadas para atividades ilícitas por meio da simulação de contratos de importação e exportação.

O Bradesco hospedou 39 contas, o Itaú Unibanco, 18, o Citibank, 15, a Caixa e o Santander, 13, e o Banco do Brasil, 11. Além de hospedarem contas dessas empresas com atuação ilícita, eles também efetuaram contratos de câmbio apontados pelos investigadores como fraudulentos.

30/06/2018

10:14

Empresa de coronel Lima atendeu a demandas da vida pública e privada de Temer, diz PF

O delegado Cleyber Malta Lopes, da Polícia Federal, responsável pelo inquérito dos portos, afirmou em relatório parcial enviado ao Supremo Tribunal Federal que a empresa Argeplan teve a estrutura utilizada para atender a "demandas da vida pública e privada" do presidente Michel Temer. A Argeplan tem entre os sócios João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, amigo de longa data do presidente e um dos alvos da investigação.

No mesmo documento, o delegado afirma também que o decreto dos Portos, assinado por Temer em maio de 2017, atinge empresas com vínculos financeiros suspeitos com a Argeplan, outras pessoas e empresas que mantêm relação com o grupo político do presidente.

Na última quinta-feira, a PF fez ao ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no STF, o terceiro pedido de prorrogação da investigação por 60 dias. Os dois primeiros foram atendidos pelo ministro. Sobre o último, Barroso permitiu a continuidade do inquérito enquanto não toma uma decisão definitiva sobre a prorrogação.

29/06/2018

14:38

PF pede mais 60 dias para investigações no inquérito dos Portos

A Polícia Federal pediu nesta quinta-feira, ao ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, uma nova prorrogação de 60 dias das investigações no âmbito do inquérito do Decreto dos Portos.

O inquérito apura se o presidente Michel Temer recebeu propina de empresas portuárias em troca de favorecê-las em medidas de governo, como uma medida provisória e um decreto sobre o setor portuário.

A investigação já foi prorrogada outras duas vezes por Barroso, em ambos os casos por 60 dias. A última foi em maio, o que significa que o prazo terminaria em julho. Entre as medidas que já foram tomadas está a quebra do sigilo bancário de Temer.

O inquérito investigava inicialmente, além de Temer, Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor do presidente e ex-deputado federal, Antônio Celso Grecco e Ricardo Conrado Mesquita, respectivamente, dono e diretor da Rodrimar. Ao longo da apuração, entraram também na mira João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, amigo pessoal do presidente, e executivos do Grupo Libra.

29/06/2018

12:12

Assembleia vai contra parecer do TCE e aprova contas de 2017 de Pezão

Reprodução da coluna da Berenice Seara
Reprodução da coluna da Berenice Seara

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29/06/2018

09:33

Geddel é transferido para 'solitária' na Papuda

O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi levado para uma cela especial em que ficará isolado no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, após ter desrespeitado um agente penitenciário durante uma revista pessoal.

Geddel deverá ficar ao menos 10 dias na chamada “solitária”. Durante o período de castigo, ele não poderá tomar banho de sol e só receberá visitas de advogados.

De acordo com a Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal, o procedimento é adotado no caso dos detentos que cometem falta disciplinar na prisão.

O ex-ministro está preso por suspeita de lavagem de dinheiro e organização criminosa, envolvendo o episódio dos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento em Salvador.

28/06/2018

16:45

Maia quer gastar até R$ 212 mil com cortinas e persianas

Reprodução do blog Radar - Veja
Reprodução do blog Radar - Veja

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28/06/2018

14:35

Governo Temer bate seu próprio recorde de rejeição

A avaliação negativa do governo de Michel Temer bateu seu próprio recorde em um levantamento do Ibope encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a pesquisa divulgada nesta quinta-feira, os índices de ruim e péssimo somaram 79% neste mês de junho, ante 72% verificados em março. Até então o pico de rejeição havia sido registrado em setembro de 2017, com 77%.

De acordo com a pesquisa, a avaliação de que o governo é regular caiu de 21% para 16% entre março e junho. Entre os entrevistados, 4% disseram que o governo é ótimo ou bom, ante 5% no levantamento passado.

Temer segue como o mais mal avaliado entre os presidentes desde José Sarney.

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