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sábado, 21 de julho de 2018

28/06/2018

11:27

Plenário do STF decidirá se rescinde delação da JBS

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, autorizou nesta 4ª feira a Procuradoria Geral da República a colher provas sobre as delações de executivos da JBS. Após esta etapa, o plenário decidirá se a colaboração dos empresários será rescindida.

Uma possível rescisão do acordo não anula as provas apresentadas pelos delatores.

A rescisão do acordo de delação premiada de Joesley Batista e Ricardo Saud foi pedida pelo ex-PGR Rodrigo Janot no ano passado e reiterada por Raquel Dodge neste ano. Janot apontou “omissão deliberada” dos delatores para justificar a solicitação.

Em fevereiro, já no comando da PGR, Dodge ampliou o pedido e incluiu Wesley Batista e Francisco de Assis na lista. De acordo com a procuradora-geral, os 2 descumpriram os termos de colaboração ao intencionalmente omitirem fatos criminosos dos quais tinham conhecimento quando fecharam acordos com o Ministério Público Federal.

28/06/2018

08:20

Justiça nega novo pedido de transferência de Sérgio Cabral

Reprodução do blog do Ancelmo Gois
Reprodução do blog do Ancelmo Gois

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27/06/2018

18:11

CNJ suspende gastos de R$ 5 milhões do TJ do Rio com ginástica para juízes

Reprodução do O Globo
Reprodução do O Globo

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27/06/2018

14:40

Cabral é julgado por uso de helicópteros para fins particulares

A Justiça do Rio começou, nesta terça-feira, o julgamento de Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo pelo uso indevido de helicópteros da frota do governo do estado para fins particulares. No tempo em que Cabral foi governador, foram feitos quase 2.300 voos particulares, a maioria deles para a casa do ex-governador em Mangaratiba.

Segundo o Ministério Público, uso indevido da aeronave causou um prejuízo aos cofres públicos de R$ 19,9 milhões.

Na primeira audiência foram ouvidas as primeiras sete testemunhas de acusação. Cabral e Adriana Ancelmo não foram à audiência. Eles pediram autorização do juiz para não comparecer.


27/06/2018

11:13

Papo Reto com Garotinho

27/06/2018

10:03

PF acha novos indícios de propina a coronel amigo de Temer

Reprodução do Brasil 247
Reprodução do Brasil 247

O coronel João Baptista Lima Sobrinho é alvo de nova suspeita de propina investigada pela Polícia Federal. Num cofre da Argeplan, empreiteira do coronel, a PF encontrou uma planilha que indicaria o repasse de 17% de um contrato de R$ 50 milhões firmado entre uma empresa de coleta e incineração de resíduos e a Codesp, administradora do porto de Santos.

Segundo a Polícia Federal, na planilha, o percentual aparece associado ao nome J.P. Tecnolimp, do grupo Julio Simões, que, segundo a PF, fechou no mesmo ano um acordo de acionistas com a empresa Eliland, braço de uma offshore no Uruguai.

26/06/2018

15:41

Justiça destina mais de R$ 1 milhão recuperados pela Lava Jato para Segurança do Rio

A 7ª Vara Federal Criminal destinou mais de R$ 1,1 milhão, recuperados na Lava Jato, para a secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

O valor foi obtido pela Justiça em contas de delatores e será investido em uma série de itens que são usados na perícia técnica e estão em falta. Com os recursos, a Polícia Civil irá comprar luminol, reagentes diversos para realização de exames, kits para exame de DNA, solventes para exames toxicológicos, pó e pincel para digitais.

A falta de insumos aumenta o número de laudos pendentes nos laboratórios. No IML, são cerca de 22 mil laudos pendentes; no Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), são 10 mil, além dos mais de 100 confrontos de DNA por fazer.

26/06/2018

13:09

MPF denuncia Marcello Miller, Joesley Batista e advogados por corrupção

O Ministério Público Federal denunciou por corrupção o ex-procurador Marcello Miller, os delatores da JBS Joesley Batista e Francisco de Assis e a advogada Esther Flesch.

Segundo a denúncia, Joesley e Assis ofereceram vantagens indevidas a Miller, aproveitando-se da condição dele de membro auxiliar do grupo de trabalho da Lava Jato, para conseguir um bom acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República, envolvendo imunidade para seus crimes.

A peça de acusação diz que uma fatura de R$ 700 mil emitida pelo escritório de advocacia contratado pela JBS mostra que Miller receberia pelas horas trabalhadas para os delatores quando ainda era membro do MP.

Na semana passada, a Polícia Federal indiciou os quatro e, também, a advogada Fernanda Tórtima. A omissão de envolvimento de Miller durante a negociação da delação premiada para ajudar os executivos foi um dos principais pontos apontados pelo delegado da PF Cleyber Malta Lopes. O delegado é o mesmo que conduz a investigação sobre a edição do Decreto dos Portos, assinado pelo presidente da República Michel Temer, em tramitação no Supremo Tribunal Federal.

26/06/2018

10:35

Alerj atropela TCE e vota contas do governador Pezão

Reprodução coluna Justiça e Cidadania - O Dia
Reprodução coluna Justiça e Cidadania - O Dia

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26/06/2018

08:03

Para reduzir pena, Cabral e mulher abrem mão de R$ 14,5 milhões em bens

Sérgio Cabral e a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo decidiram abrir mão dos bens e imóveis bloqueados pela Justiça Federal, avaliados em R$ 14,5 milhões.

Em troca de eventuais benefícios judiciais, o casal desistiu de continuar lutando pela posse de um patrimônio alentado que teria sido adquirido com propinas pagas a Cabral durante seus dois mandatos.

Entre os bens que Cabral e Adriana decidiram colocar à disposição da Justiça estão jóias, lanchas, carros de luxo e até a mansão de Mangaratiba, no Rio, avaliada em R$ 8 milhões. Essa casa chegou a ser levada a leilão, que acabou suspenso.

Eles autorizaram o leilão antecipado dos bens e a destinação dos recursos na forma a ser decidida pelo juiz Marcelo Bretas.

Sérgio Cabral é réu em 24 processos e as penas que lhe foram impostas pelos juízes Marcelo Bretas, do Rio, e Sérgio Moro, de Curitiba, ambos da Lava Jato, somam 100 anos de prisão.

25/06/2018

14:18

Liminar suspende tramitação da ação contra Garotinho e Rosinha (Operação Caixa D’Água)

O Ministro do Supremo Tribunal federal, Dias Toffoli, acolheu o pedido de liminar e suspendeu o andamento da ação penal oriunda da Operação Caixa D’Água. O processo que tramita na 98ª Zona eleitora de Campos dos Goytacazes tem como base a delação de um fornecedor da Prefeitura de Campos ao mesmo juiz e ao mesmo delegado federal da operação Chequinho, também suspensa pelo STF - esta segunda pelo ministro Ricardo Lewandowski. Desta feita, o pedido de liminar foi impetrado pelo ex-senador Antônio Carlos Rodrigues que era presidente do PR em 2014. Ele teria repassado recursos que não teriam sido declarados na prestação de contas de 2014 de Garotinho ao Governo do Estado.

Conforme eu sempre afirmei, as perseguições que venho sofrendo do Judiciário Estadual, especialmente em Campos dos Goytacazes, após ter denunciado a organização criminosa liderada por Sérgio Cabral, vem sendo desfeitas pelo Supremo Tribunal Federal. É muito duro passar pelas humilhações que passei, ser preso injustamente, assim como Rosinha, ser torturado dentro de uma cela como mostram as câmeras no extenso laudo pericial feito pelo Ministério Público, sabendo que tudo se trata de vingança daqueles que, de fato, usaram o dinheiro público para enriquecimento pessoal e faliram o estado do Rio de Janeiro.

Ainda falta grande parte da verdade vir à tona, mas ela virá. Eu tenho fé em Deus que os verdadeiros corruptos serão punidos, não importa o cargo que ocupem.

25/06/2018

13:55

Cabral afirma que ex-secretário mentiu ao dizer que estavam afastados




Reprodução do Radar - Veja

25/06/2018

07:00

Delúbio recorre ao STF para tentar regime semiaberto em Brasília

O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), neste sábado, para tentar cumprir sua pena em Brasília, em regime semiaberto. Condenado no âmbito da Lava Jato, Delúbio está preso em Curitiba (PR), em regime fechado, após ser condenado a seis anos por lavagem de dinheiro.

Delúbio começou a cumprir no fim de maio, em São Paulo, mas foi transferido na última quarta-feira para o Complexo Médico-Penal, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, por ordem da 12ª Vara Federal da capital paranaense.

Segundo a defesa do ex-tesoureiro, Delúbio tem família em Brasília, local também próximo a cidade onde residem seus filhos e irmãos. Ao pedir para cumprir pena no semiaberto, a defesa afirma que não há fundamentação para manter Delúbio em regime fechado.

Delúbio teve a condenação confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), que negou, em maio, os últimos recursos do ex-tesoureiro na segunda instância.

Após a rejeição do apelo decisivo de Delúbio, o juiz federal Sérgio Moro mandou prender o ex-tesoureiro do PT. Ele foi sentenciado pelo suposto envolvimento em empréstimo de R$ 12 milhões tomado pelo pecuarista José Carlos Bumlai junto ao Banco Schahin, em outubro de 2004.

23/06/2018

16:14

Temer vai desembolsar até 190 000 para remover a gordura do Planalto





Reprodução da coluna Radar - Veja

23/06/2018

16:01

Palocci continuará preso após delação homologada

Quem acompanhou o processo adianta que Antonio Palocci não fez a “delação do fim do mundo”. Motivo: nos acordos fechados com a PF, os benefícios só são concedidos depois de comprovadas as informações. O que o obriga a contar apenas o que pode realmente provar.

Dessa forma, Palocci não será solto até que a PF comprove as informações que delatou e que só agora, com a homologação, serão investigadas.

Nas delações do MPF, o delator recebe o benefício de antemão. A PF acha que seu modelo é mais eficaz. “Se eu pagar antes, o pedreiro não termina a obra”, diz um delegado.

Fonte: Coluna da Andreza Matais - Estadão

23/06/2018

12:04

Com mais 25 policiais, PF faz esforço para finalizar inquérito que investiga Temer

A Polícia Federal está realizando um último esforço para finalizar o inquérito dos portos, que envolve o presidente Michel Temer, aliados dele e empresas do setor portuário. Entre os policiais estão “alguns ligados à área de crimes cibernéticos e de inteligência, além de três peritos, e o serviço de perícia de informática do Instituto Nacional de Criminalística”.

O inquérito apura se a Rodrimar, que opera no porto de Santos, foi beneficiada pelo decreto assinado por Michel Temer em maio de 2017, que ampliou de 25 para 35 anos as concessões do setor, prorrogáveis por até 70 anos.

Além do presidente, são investigados Rodrigo Rocha Loures, Antônio Celso Grecco e Ricardo Mesquita.

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