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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

07/08/2017

12:00

Cabral, Pezão e a Gangue dos Guardanapos na torcida por Índio da Costa

Não pretendia levar adiante a discussão a respeito das declarações do senhor Índio da Costa, dadas ao jornal Folha da Manhã, quando de sua passagem por Campos. Mas hoje ao chegar para fazer o meu programa na Rádio Tupi encontrei várias mensagens de pessoas que receberam pelo Whatsapp a matéria onde Índio da Costa procura desmerecer a minha pessoa, inclusive, um colega apresentador da Tupi me mostrou a mensagem no seu telefone.

Assim como com Pedro Paulo é perda de tempo discutir o que é populismo com Índio da Costa, afinal de contas ambos conhecem muito pouco sobre a história política brasileira para conhecer o significado real da palavra. Vou me ater apenas a fatos públicos que mostram o caráter do meu ofensor.

Vejamos em relação ao seu atual chefe hierárquico, o prefeito Marcelo Crivella. Em sua primeira eleição para o Senado, Crivella elegeu-se no palanque de Rosinha Garotinho. Nesse mesmo período Índio da Costa apoiava o candidato de Cesar Maia que era o deputado Sérgio Cabral, que se elegeu senador Sérgio.

Na segunda eleição de Crivella ao Senado, o IBOPE já dava como certa a ultrapassagem de Jorge Picciani sobre o atual prefeito, quando resolvi tirar o apoio de um dos dois candidatos de nossa coligação e apoiar Marcelo Crivella, que chegou à frente do atual presidente da ALERJ como menos de 200 mil votos. Só para se ter uma ideia da importância dessa decisão, o outro candidato da nossa coligação, o cantor Waguinho, que teve seu nome em todas as cédulas junto com Crivella, obteve mais de 1 milhão e 200 mil votos, e somente minha candidatura a deputado federal alcançou quase 700 mil votos. Não houve uma cédula minha onde não estivessem os nomes de Crivella e Waguinho. Logo após o resultado da eleição, Jorge Picciani atribuiu a sua derrota "à virada de última hora de Garotinho em direção a Crivella."

Na última eleição para o Governo do Estado, Índio da Costa apoiou no 1º e no 2º turnos a Pezão, e no 2º turno, quando declarei o apoio a Crivella, sem nada pedir, Índio gravou vídeos atacando a aliança do populismo evangélico que, segundo ele, tentava acabar com o Rio e afirmava: "Pezão é a solução".

Não era para menos. O seu partido, o PSD, ocupava as secretarias de Agricultura, com Christino Áureo, do Trabalho, com Arolde de Oliveira, e o Líder do Governo na ALERJ era André Corrêa, do mesmo partido. Portanto Índio é Cabral e Pezão, e defendeu durante todo o tempo esse governo que afundou o Rio de Janeiro.

Na recente eleição para prefeito do Rio, me procurou várias vezes em busca do apoio do PR, e provocou inclusive um racha no nosso partido, onde minha filha, Clarissa Garotinho e o diretório municipal se recusavam a apoiar Índio para ficar com Crivella. Aliás, o PR foi o único partido a apoiar Crivella no 1º turno.

É bom lembrar que enquanto a militância dos candidatos do PR defendia nas ruas o nome de Crivella, ele era ferozmente atacado na TV por Índio da Costa, que entre outras coisas dizia: "Já imaginaram o 'pau mandado' do Bispo Macedo governando a nossa cidade?". Após amargar o 4º lugar da eleição para prefeito, conforme ele mesmo disse na entrevista concedida à Folha da Manhã, as opções que restaram a Índio da Costa foram Crivella ou Freixo: "Meu eleitor não aceitava em Freixo, não tinha outra opção". Só faltou dizer que apoiou Crivella a contragosto.

Os tucanos que viram Índio da Costa ser vice de José Serra na eleição de 2010, atribuem a ele o péssimo desempenho da campanha no estado, pois afirmam que era um desagregador, e vez por outra falava alguma bobagem na imprensa.

Se ele deseja ser candidato a governador tem todo o direito. Se ele deseja ter o apoio do prefeito Crivella também tem todo o direito. Mas faça as coisas respeitando a história de cada um. Não conheço nenhuma grande obra de Índio da Costa, a não ser a mansão que ele construiu ilegalmente numa área de preservação ambiental, avaliada na época em R$ 8 milhões. Quanto a mim ele vai encontrar em cada cidade do estado obras como estradas, escolas, creches, pontes, universidades, restaurantes populares, viadutos, enfim, marcas daquilo que fizemos, eu e Rosinha, à frente do governo estadual.

Uma coisa me chama a atenção e acho que deve despertar a curiosidade de algumas pessoas. Deixei o Governo do Rio há exatos 15 anos e governei por apenas 3 anos e 3 meses. Passado tanto tempo sempre que se fala de política no Rio de Janeiro e se almeja agradar os poderosos da mídia ou setores mafiosos do estado procuram me atacar.

Outro dia diante das cenas que o grupo de Cabral proporciona em Benfica, agindo como se estivesse num hotel ou spa, agentes penitenciários resolveram gravar conversas, algumas delas impublicáveis, mas garantem que o secretário Índio da Costa está bem com essa turma. Em determinado momento, Sérgio Cabral se dirigindo a um dos colegas de presídio, cuja voz não dá para reconhecer, faz a seguinte afirmação: "Se o Índio for o candidato do Crivella é melhor a gente apoiar. Com ele tem conversa, ele foi meu secretário, Pezão também gosta dele. Com Garotinho estamos lascados".

Pelo jeito Índio já começa com bom apoio.

07/08/2017

09:25

Fala Garotinho (Segunda - 07/08/2017)

07/08/2017

07:32

Conversa franca com Garotinho



06/08/2017

15:39

Contagem regressiva para a saída de Janot

Tem muita gente no Palácio do Planalto e no Congresso contando os dias que faltam para o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot deixar o cargo, o que acontecerá no dia 17 de setembro. Mas até lá, só não se sabe quando exatamente, virão ainda denúncias da PGR contra Michel Temer, Eliseu Padilha e Moreira Franco. Temer gozará de alguns dias de relativa tranquilidade até quando for apresentada a nova denúncia. Enquanto isso continuará sonhando em aprovar a Reforma da Previdência, mas não terá força para isso. Já gastou a munição que tinha para barrar a denúncia por corrupção e vai enfrentar uma segunda batalha. Temer ganhou uma sobrevida, não mais do que isso.


06/08/2017

12:16

"Dar comida aos que precisam já foi crime, você sabia?"

Advogado Rafael Faria
Advogado Rafael Faria

A famigerada operação chequinho possui uma íntima ligação com uma das causas mais tristes da humanidade.

Juiz parcial, impossibilidade de defesa, nulidades aberrantes e tantos outros pontos negativos foram na verdade o maior reconhecimento da fraqueza da humanidade. Que não é de hoje que julga aquele que a protege. Afinal, por quais motivos Jesus Cristo foi levado ao calvário?

Minha sincera crítica ao povo campista, pois assiste de certa maneira calado ao golpe político que sofre o Ex-Governador Garotinho. Talvez essa inércia esteja intimamente ligada ao comportamento humano. Pedro não negou Jesus?

Dito isto, gostaria de deixar claro que, a princípio, sempre sou contrário à pessoalização dos embates públicos, porque entendo que isto acaba por esconder numa cortina de fumaça a relevância sócio-política das matérias que constituem o seu verdadeiro objeto.

Como Pilatos, dirigir nossos esforços a criticar sua autoridade - como ele fez (faz), em direção aos defensores - só se prestaria a desviar o debate daquilo que lhe é essencial: chamar a atenção da sociedade para a banalização dos direitos do Réu, o que, afinal, é tudo o que se pretende. Além, é claro, de tornar o referido Pilatos numa vítima. Um mártir, colocando-o numa posição de destaque perante aos seus.

Deixemos ele, portanto, condenado ao ostracismo que merece! Não caiamos na tosca arapuca de conferir-lhe um protagonismo do qual não é digno, pois debater com a ignorância significa nos desviarmos. Só para ilustrar a minha opinião, lembro-me que nenhuma obra de arte retrata melhor a ignorância do que a pintura exibida no Louvre, na qual Voltaire, um dos pais do Iluminismo, se debate com um burro que escouceia. Trata-se da luz a contender com a escuridão.

Sigamos em frente na luta em defesa da Constituição, da cidadania, da justiça social, da ordem jurídica e dos direitos humanos. Esqueçamos estes genuínos “míopes do direito”, açodados por poder e seus escusos talentos acusatórios, pois a história, certamente, haverá de esquecê-los. Exemplo disso é que todos se lembram de Sócrates, mas ninguém se lembra do nome do seu carrasco.

Mas a história não recompensará os omissos.

Dante Alighieri, em A Divina Comédia, destaca que os lugares mais sombrios do inferno estão reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise moral.

O primeiro a receber Jesus após a prisão foi Anás, iniciando torturas físicas e psicológicas, além de duas graves ilegalidades, primeiro porque Anás não era mais sumo sacerdote e não tinha nenhuma autoridade para interrogá-Lo e, segundo, porque Jesus deveria ter sido conduzido para o Sinédrio, lugar apropriado para o interrogatório.

Em seguida O levaram à presença de Pilatos, que verificando tais aberrações tentou enviar Jesus para ser julgado por Herodes, ao ouvir que Jesus era da Galiléia, alegando incompetência, pois para Pilatos não havia motivos para apenar o réu e disse: “Castigá-lo-ei, pois, e soltá-lo-ei.” Ou seja, o réu não tinha culpa, porém seria torturado e liberado. Todavia, tal iniciativa não foi suficiente, pois as autoridades queriam a morte de Jesus. Pilatos então tentou a soltura de Jesus lembrando-se da anistia de Páscoa, onde um prisioneiro poderia ser solto, porém surpreendentemente o povo que lá se encontrava exigiu que o perdão fosse dado a um notório criminoso chamado Barrabás.

*Jesus foi preso sem culpa, acusado sem indícios, julgado sem testemunhas legais, apenado com veredicto errado e, por fim, entregue à mercê da boa vontade de um juiz, no caso Pilatos, covarde, parcial e inepto para o exercício da magistratura.*

Injusta a morte do filho de Deus, mas o consolo vem do próprio Jesus, que nos diz: “Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.” (Mt. 26:28) Não estamos tão distantes do tempo de Jesus, estamos?

Dar comida aos pobres é crime!

*Rafael Faria,
Advogado

Rio de Janeiro 05 de agosto de 2017

06/08/2017

12:05

PSDB é sócio do PMDB e não conseguirá se livrar disso

Mário Covas e Franco Montoro
Mário Covas e Franco Montoro

Esta semana foi criado dentro do PSDB o "Movimento Mário Covas", liderado pela nova geração que não aceita que o PSDB continue atrelado ao governo Michel Temer, muito menos subordinado a Aécio Neves, que passou o bastão do partido ao senador Tasso Jereissati, mas ainda dá as cartas nas bancadas da Câmara e do Senado. Os economistas tucanos, pais do Plano Real, Edmar Bacha, Elena Landau, Gustavo Franco e Luiz Roberto Cunha, divulgaram carta onde cobram a saída do PSDB do governo ou então pretendem desfiliar-se. A participação efetiva no governo Temer, a proteção ao presidente para escapar da denúncia por corrupção passiva, o escândalo das propinas de Aécio Neves, além da Lava Jato, que atingiu entre outros, José Serra e Geraldo Alckmin estão esfacelando a base popular de apoio do PSDB.

Mário Covas e Franco Montoro estão para o PSDB como Ulysses Guimarães para o PMDB. Os dois partidos usam os nomes de seus fundadores que construíram uma reputação a toda a prova. Mas não adianta. Nenhuma das duas agremiações políticas guarda os princípios desses seus fundadores. São dois partidos voltados para seus próprios interesses, muitas vezes escusos, adeptos do fisiologismo, do "toma lá, dá cá" por cargos e vantagens. O PSDB está para o PMDB como o PMDB estava para o PT nos governos Lula e Dilma. E não adianta mais adiante deixar o governo para nas eleições de 2018 tentar convencer o eleitorado de que não teve nada a ver com o governo Temer. Os dois são sócios na vergonha que é esse governo, nas tramas para abafar a Lava Jato e proteger acusados de corrupção, seja Temer ou Aécio.



06/08/2017

10:55

Pezão é a maldição do Rio

A imprensa tenta melhorar o ânimo dos fluminenses reproduzindo o discurso falso de Pezão e alguns políticos do PMDB e aliados que dizem que a solução para todos os problemas do nosso estado está no leilão da folha de pagamento dos servidores, que pode render perto de R$ 1,4 bilhão e na operação de venda da Cedae, recebendo em troca um empréstimo de R$ 3,5 bilhões. Estou cansado de mostrar com detalhes e números que mesmo que tudo saia como Pezão quer os problemas financeiros do Rio estarão longe do fim. E é bom ter em mente que a venda da Cedae está nas mãos do STF, onde corre ação contra a operação que, inclusive, já recebeu parecer da PGR considerando a medida inconstitucional, ou seja, é bem provável que a estatal não possa ser negociada.

Mas além disso está mais do que claro que o Estado do Rio necessita mais do que nunca de um gestor competente, com conhecimento e experiência em contas públicas, mas que acima de tudo tenha legitimidade e condições morais de negociar e defender os interesses do Rio. É tudo o que falta a Pezão, que se mantém no cargo, assim como Temer, para não perder o foro privilegiado, mas que está enfraquecido e desmoralizado, e todos sabem que a qualquer momento será jogado no furacão da Lava Jato. Já há acusações gravíssimas contra Pezão. Luiz Carlos Bezerra, operador de Sérgio Cabral, já apresentou planilhas e revelou que entregou em várias oportunidades boladas de R$ 400 mil para o governador. O genro de Pezão, Marcelo Santos Amorim, o Marcelinho confessou que usou R$ 900 mil de propinas para pagar despesas pessoais.

Dessa forma, sem ter o mínimo de competência e cercado por uma equipe muito fraca, cheia de incompetentes, visto com desconfiança por toda a sociedade, Pezão seguirá afundando o nosso estado enquanto ocupar o Palácio Guanabara. Só quando nos livrarmos dessa verdadeira maldição, iniciada por Sérgio Cabral e disseminada pelo PMDB é poderemos voltar a sonhar com dias melhores.

05/08/2017

17:28

A mala da propina de Michel Temer que os deputados fingiram não ver

O que aconteceu na Câmara esta semana vai muito além da falta de vergonha, da imoralidade, da venda descarada de votos e distribuição de dinheiro público. O que houve foi um golpe legislativo que solapou a democracia brasileira com o claro objetivo de abafar a Lava Jato, como querem os deputados e Temer.

05/08/2017

14:17

Secretário da Prefeitura do Rio passa o dia em Campos

O secretário municipal Urbanismo, Infraestrutura e Habitação, Índio da Costa deve achar que a cidade do Rio não tem problemas para serem resolvidos. Na última quinta-feira ele passou boa parte do dia em Campos. Na foto acima está o encontro com o prefeito Rafael Diniz na sede da Prefeitura de Campos, como mostra inclusive a postagem de Marcelo Garcia apontando a localização exata, no caso da Prefeitura de Campos, onde se encontrava o secretário responsável pelas obras do Rio.

Além disso fez visita de cortesia e concedeu entrevista à Folha da Manhã e uma série de outros locais já por nós identificados. Interessante é que em seu Facebook, como poderão ver abaixo, Índio da Costa faz um balanço das suas atividades da semana e omite qualquer referência à sua ida a Campos.

O povo campista é hospitaleiro e sempre recebeu a todos com extremo respeito e cordialidade. Mas resta uma pergunta: o que foi fazer Índio da Costa em Campos, no horário de trabalho como secretário da Prefeitura do Rio? Com a palavra o prefeito Marcelo Crivella, seu chefe.



05/08/2017

12:47

Conversa franca com Garotinho sobre os assuntos da semana



04/08/2017

13:42

Para não restar dúvidas de que estou na Tupi



Em tempo: Para quem não entendeu veja a postagem abaixo.

04/08/2017

13:29

Ao juiz Ralph Manhães ou ao oficial de justiça por ele designado

Imagem do programa de hoje da Rádio Tupi, transmitido ao vivo pela emissora e pelo Facebook
Imagem do programa de hoje da Rádio Tupi, transmitido ao vivo pela emissora e pelo Facebook

Numa tentativa de criar um falso argumento para decretação de uma prisão preventiva contra mim, o juiz Ralph Manhães informou a jornalistas, que me transmitiram a informação, que os oficiais de justiça não estão conseguindo me localizar para que eu seja intimado em relação às suas últimas decisões.

É INACREDITÁVEL!

Passei a manhã à frente do microfone da Rádio Tupi, apresentando um programa ao vivo, que segundo o Ibope tem o alcance de quase 400 mil ouvintes por dia. Isso entre 9h30 e 11h. Em seguida iniciei às 12h meu outro programa ao vivo, Encontro Marcado, transmitido pelo Facebook, no mesmo endereço, apenas em outro estúdio.

Todas as pessoas que estão aqui, inclusive vários jornalistas, são testemunhas que nenhum oficial de justiça compareceu ao endereço da Rádio Tupi, na rua Fonseca Teles, 120, em São Cristóvão para me intimar ou entregar qualquer documento.

Aproveito a oportunidade para informar ao ilustre juiz que até as 17h continuarei trabalhando no mesmo endereço para receber qualquer uma de suas intimações. Portanto sua alegação de que estou me esquivando de receber qualquer intimação não tem a menor procedência, até por que a sua decisão já é pública e o cumprimento da minha parte é uma formalidade processual exigida por lei, que farei assim que for procurado pela autoridade por ele designada.

Anthony Garotinho

04/08/2017

11:55

Encontro Marcado com Garotinho (Sexta, 04/08/2017)

04/08/2017

09:25

Fala Garotinho (Sexta, 04/08/17)

04/08/2017

08:12

Cabral e Paes: amigos para sempre

É ingenuidade achar que o esquema de corrupção do PMDB no Estado, liderado por Sérgio Cabral, funiconava apenas no governo estadual. Como podem ver acima, ainda no ano de 2013, pedi providências à Câmara dos Deputados e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, quanto à existência de duas contas no Panamá (paraíso fiscal) da família de Eduardo Paes, em nome do pai e da irmã, no valor de R$ 8 milhões.

Àquela época PMDB e PT eram namoradinhos e a preferência foi esquecer a providência solicitada por mim, como deputado federal, mas o ofício está aí para lembrar aos esquecidos.

Podem anotar o esquema de fraudes, superfaturamentos, propinas na Prefeitura do Rio na gestão de Eduardo Paes é tão grande como no Estado, a única diferença é no estilo. Enquanto Cabral gostava de ostentar, Eduardo Paes preferia disfarçar.




03/08/2017

22:07

A maior perseguição do Judiciário brasileiro

A perseguição contra mim é tão grande que ouçam abaixo a declaração do advogado Rafael Farias ao deixar minha defesa. Ele diz: "O melhor advogado diante de mau juiz é incapaz de defender o seu cliente."



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