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terça-feira, 3 de março de 2026

04/12/2025

17:52

Atuação de servidora da Alerj expõe possível conflito institucional em caso julgado no TRF-2

A mulher do desembargador Macário Júdice Neto, do TRF-2, Flávia Ferraço Júdice, atuava, até o início do mês passado, no gabinete da diretoria geral da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Nada demais, se o desembargador não fosse o relator do caso TH Jóias, que mira o deputado Thiego Raimundo dos Santos, e agora, o deputado preso Rodrigo Bacellar. O ex-deputado foi alertado da operação pelo presidente da ALERJ, Rodrigo Bacellar, preso nesta quarta-feira por suspeita de vazar informações sigilosas da ação e tentar obstruir investigações.

A ex-servidora era vinculada ao diretor-geral, Marco Brito, homem de confiança de Bacellar, que o trouxe de Campos para ocupar o cargo na assembleia do Estado. Flávia, a esposa do desembargador, solicitou demissão de seu cargo na assembleia “espontaneamente” após TH Jóias ser preso em setembro, acusado de ligação com o Comando Vermelho.

É bom lembrar que a denúncia contra TH Jóias foi encaminhada pelo Ministério Público Federal ao TRF-2, onde o marido de Flávia veio a ser sorteado como relator do caso. Por enquanto, ela não é investigada por suspeita de vazamento de informação pela Polícia Federal

04/12/2025

13:00

BASTIDORES DO IMPEACHMENT DE WILSON WITZEL

04/12/2025

12:02

POR QUE AS DENÚNCIAS CONTRA CLÁUDIO CASTRO E BACELLAR NÃO EVOLUEM?

04/12/2025

12:00

PODE, GAROTINHO? | EPISÓDIO 9 - com ÁLVARO LINS

27/11/2025

13:00

PODE, GAROTINHO? | EPISÓDIO 8

24/11/2025

14:08

Garotinho no DCM TV

18/11/2025

13:00

PODE, GAROTINHO? | EPISÓDIO 7 - com Rafa de Martins (Policial Civil e host do Fala Guerreiro Cast)

17/11/2025

13:00

PODE, GAROTINHO? | EPISÓDIO 6 - com Anderson Bravo

13/11/2025

13:00

PODE, GAROTINHO? | EPISÓDIO 5 - com Major Luigi e Sub tenente Henrique (Polícia Militar)

07/11/2025

13:00

PODE, GAROTINHO? | EPISÓDIO 4 - com Vitor Duque e Paulo Azeredo

06/11/2025

13:00

PODE, GAROTINHO? | EPISÓDIO 3 - com Washington Reis

31/10/2025

13:00

PODE, GAROTINHO? | EPISÓDIO 2 - A VERDADE SOBRE A MÁFIA DO REBOQUE - com Priscila Santos

29/10/2025

13:00

PODE, GAROTINHO? | EPISÓDIO 1 - A MEGA OPERAÇÃO QUE PAROU O RIO DE JANEIRO

28/08/2025

12:25

Finalmente, MP Investiga Bacellar — Só Faltava Desenhar

O Globo de hoje traz a notícia que o Ministério Público do Rio de Janeiro, finalmente, resolveu investigar as roubalheiras do presidente da ALERJ, Rodrigo Bacellar, que venho mostrando há anos.

O conselho superior do MP autorizou a abertura de uma investigação para “apurar possíveis atos de improbidade administrativa relacionados a indícios de evolução patrimonial incompatível com a sua remuneração”.

Em 2023, após matéria publicada em minhas redes sociais e também pelos portais UOL e Metrópole e pelo jornalista Gabriel Barreira, da TV Globo, o Ministério Público abriu uma investigação mas, em abril deste ano, o conselho do MP, por maioria de votos - 7 a 3 -, decidiu encerrar a apuração. O voto da relatora Ana Cíntia Lazary foi a favor do arquivamento, mas determinou a abertura de outro procedimento, que ainda está sob sigilo para investigar atos de improbidade administrativa e evolução patrimonial suspeita de Rodrigo Bacellar.

Há duas semanas o novo Procurador Geral de Justiça, Antônio José, assinou e aprovou o parecer do procurador Sérgio Bumaschny, que deu o pontapé na nova investigação. O MP RJ vai pedir informações a órgãos públicos sob os quais pairam suspeitas envolvendo negócios de Rodrigo Bacellar. Tudo que eu venho falando há muito tempo.

A compra da mansão em Teresópolis, o uso da mão de obra de Antônio de Pádua dos Santos -sub-diretor de engenharia da ALERJ, que recebe mensalmente R$18mil-, as ligações entre Bacellar e o advogado Jansens Calil, a concessão de licença ambiental pelo INEA através de Leonardo Barreto Almeida Filho -amigo pessoal de Bacellar que chegou a ser Secretário de Desenvolvimento Ambiental de Campos no governo de Rafael Diniz, hoje diretor de informática da ALERJ com salário superior a RF$17 mil-, as coberturas em Botafogo e, especialmente, a súbita riqueza de Bacellar -que ao disputar a primeira vez em 2018 a eleição para deputado estadual informou que possuía, de patrimônio, apenas R$85mil em dinheiro vivo e, 4 anos depois, declarou um aumento patrimonial de 833%: Seus bens passaram a ser R$150mil por participação em uma empresa que não teve seu nome revelado, mais R$493mil em aplicações financeiras e mais R$150mil em espécie.

E tem mais confusão à vista. E essa é grave! Os promotores querem apurar as viagens de Bacellar, quando ainda era Secretário de Governo, em um helicóptero de luxo de uma empresa investigada por lavagem de dinheiro e organização criminosa por ligações com garimpos ilegais.

O deputado Rodrigo Bacellar adquiriu, meses atrás, uma linda fazenda, em Natividade, no Noroeste Fluminense.

Uma nova mansão em Campos, situada no condomínio Granja Corrientes, comprada de um holandês.

Os promotores devem ter muito cuidado porque boa parte dos negócios e propriedades de Rodrigo Bacellar estão em nome do seu irmão, Nelson Bacellar, inclusive a última casa citada.

Outros laranjas e operadores de Bacellar estão espalhados pela máquina estadual. Na Fazenda, na Codin, na Educação etc…. Difícil é onde ele não está. Mas atenção, se for para pegar e desmantelar o esquema de Bacellar é necessário desmontar seus acordos feitos com muitas prefeituras do Rio de Janeiro. Essa é a mais nova modalidade de arrecadação da quadrilha.

Até que enfim! Já recebi hoje mais de 100 mensagens com a frase: “É, Garotinho, você tinha razão!”

28/08/2025

11:00

MIAMI, MANSÕES E DÍVIDAS BILIONÁRIAS: O BRASIL VAI PRENDER RICARDO MAGRO?

Quem acompanha minhas publicações em redes sociais sabe que venho dizendo há muito tempo que o ramo de combustíveis é um dos preferidos para lavagem de dinheiro de origem ilícita, seja pelo PCC, Comando Vermelho ou outras organizações criminosas. A operação de hoje, “Carbono Oculto”, deflagrada pela Receita Federal com o apoio da Polícia Federal e do Ministério Público de São Paulo e outros estados, além da Agência Nacional do Petróleo, Secretaria de Fazenda e Procuradoria Geral do Estado de São Paulo é apenas o começo de punição merecida para aqueles que, com a capa de empresários, se aliavam a grupos políticos para proteger criminosos.

Lembram que, no mês passado, publiquei o vídeo do governador do Rio e do Secretário de Fazenda do Estado em um jantar em Nova Iorque, conversando com Ricardo Magro, o maior sonegador de impostos do Rio e um dos principais alvos da operação de hoje? Ele é dono de uma refinaria - Manguinhos - que não funciona há mais de 15 anos e, no entanto, é um grande fornecedor de combustíveis. Inclusive, mostramos a sua bela casa em Miami, avaliada em U$36 milhões, onde ele vive. O Rio de Janeiro é só o lugar onde ele comete crimes.

A operação de hoje é tão extensa que envolve, aproximadamente, 1500 veículos sequestrados judicialmente, bloqueio total de 21 fundos de instituições financeiras conhecidas e “respeitadas”, sequestro de 192 imóveis e duas embarcações, mais de 1000 postos de gasolina e, pasmem os senhores, só um braço que envolvia distribuidoras, holdings, empresas de cobrança autorizadas pelo Banco Central, movimentou R$23bilhões. Participaram 1400 agentes da Polícia Federal e estão envolvidas até agora 350 pessoas físicas e jurídicas. Os fundos de investimento imobiliário e os fundos multimercado envolvidos com o crime tem de patrimônio R$30bilhões.

A COPAPE e a ASTER pertencem a Mohamad Hussein Mourad e Renato Camargo. O BK Bank, que é uma fintech brasileira, oferece soluções digitais para pessoas físicas e jurídicas. Atualmente, disponibiliza máquinas de cartão e movimenta recursos por meio de contas-bolsão. A Reag é considerada uma das maiores gestoras independentes do Brasil. Administra um fundo com R$299bilhões, está listada na B3, seu portfólio tem de tudo: fundos imobiliários, multimercados, renda fixa e outros.

A Receita Federal identificou 40 fundos, todos sob o controle desses grupos de lavagem de dinheiro. Entre os bens adquiridos pelos fundos com o dinheiro do PCC estão um terminal portuário, 4 usinas de álcool, 1600 caminhões para transporte de combustível, 6 fazendas no interior de São Paulo, mais de 100 imóveis e uma casa em Trancoso, na Bahia, avaliada em R$13milhões.

Um dos principais alvos da operação de hoje, Ricardo Magro, vive numa casa em Miami avaliada em U$36milhões. Embora no Rio ele seja chamado de "dono do Estado" por ter escolhido o Secretário de Fazenda e outras autoridades, sua dívida atualizada até o mês de abril com a REFIT é a seguinte:
RJ - R$11.895.182.645,91
SP - R$8.334.284.508,79
PR - R$1.841.803.968,47
MG - R$158.294.659,60
GO - R$3.201.497,00
SC - R$3.549.407,53
BA - R$437.224,01
UNIÃO - R$2.327.978.499,34

Total de mais de R$25bilhões até o mês de abril.

Em 2016, Ricardo Magro foi preso a Operação Recomeço, que investigava desvios de recursos dos fundos de penão Petros - da Petrobrás - e Postalis - dos Correios, por meio da compra de debentures do grupo Galileo, no qual era sócio.

Foragido e incluído na lista da Interpol, Ricardo Magro se entregou à Polícia Federal no Rio.

Em 2024, a Polícia Civil de São Paulo realizou uma operação contra Magro por liderar um esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro que utilizou 188 empresas para cometer crimes fiscais e ocultar patrimônio.

Seu regime de tributação especial no Rio foi concedido por Benedita da Silva no curto período em que governou o Estado. Em retribuição, ele nomeou diretor de sua empresa no Rio Marcelo Sereno, homem de confiança de José Dirceu.

Na operação de hoje, "Carbono Oculto", das 18 distribuidoras de combustíveis investigadas, várias eram ligadas a ele, segundo a Secretaria de Fazenda de São Paulo. São elas: Port Brazil, Everest, Império e Orizona. Essas empresas estão sob o controle do grupo REFIT, cujo dono é Ricardo Magro.

A pergunta que não quer calar, já que nenhum jornal publicou até agora: Afinal, Ricardo Magro foi preso ou não?

28/08/2025

10:30

OS NÚMEROS DO ESQUEMA

A operação de hoje é tão extensa que envolve, aproximadamente, 1500 veículos sequestrados judicialmente, bloqueio total de 21 fundos de instituições financeiras conhecidas e “respeitadas”, sequestro de 192 imóveis e duas embarcações, mais de 1000 postos de gasolina e, pasmem os senhores, só um braço que envolvia distribuidoras, holdings, empresas de cobrança autorizadas pelo Banco Central, movimentou R$23bilhões. Participaram 1400 agentes da Polícia Federal e estão envolvidas até agora 350 pessoas físicas e jurídicas. Os fundos de investimento imobiliário e os fundos multimercado envolvidos com o crime tem de patrimônio R$30bilhões.

A COPAPE e a ASTER pertencem a Mohamad Hussein Mourad e Renato Camargo. O BK Bank, que é uma fintech brasileira, oferece soluções digitais para pessoas físicas e jurídicas. Atualmente, disponibiliza máquinas de cartão e movimenta recursos por meio de contas-bolsão. A Reag é considerada uma das maiores gestoras independentes do Brasil. Administra um fundo com R$299bilhões, está listada na B3, seu portfólio tem de tudo: fundos imobiliários, multimercados, renda fixa e outros.

A Receita Federal identificou 40 fundos, todos sob o controle desses grupos de lavagem de dinheiro. Entre os bens adquiridos pelos fundos com o dinheiro do PCC estão um terminal portuário, 4 usinas de álcool, 1600 caminhões para transporte de combustível, 6 fazendas no interior de São Paulo, mais de 100 imóveis e uma casa em Trancoso, na Bahia, avaliada em R$13milhões.

Daqui a pouco atualizaremos com mais informações sobre a operação

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