O que mais vão querer inventar para tentar me impedir de ser candidato ao governo do Estado? Essa é a pergunta óbvia depois de ver mais esse absurdo. A duas semanas do fim do prazo para a inscrição de candidaturas agora desencavam um assunto de 2006, que vou provar aqui de forma inquestionável, que não passa de mais uma jogada suja, despropositada e sem qualquer base legal.
Quer dizer que eu sou acusado por um suposto esquema de compra de votos, para beneficiar Geraldo Pudim, envolvendo o grupo de excedentes do concurso para investigador da Polícia Civil?
Agora vejam como nada tem lógica. Vejam essa foto abaixo e no final da matéria tem o vídeo inteiro reproduzido. Mostra a reunião feita com os excedentes do concurso da Polícia Civil, onde estão lá: o então candidato ao governo, Sérgio Cabral, e os também candidatos, Francisco Dornelles (Senado), Marcelo Itagiba (Deputado Federal) e Álvaro Lins (Deputado Estadual). Nessa reunião como poderão constatar no vídeo, Cabral se compromete, que se for eleito chamará todos os excedentes para serem incorporados à Polícia Civil. Assinou até documento com o compromisso.
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| Cabral, Dornelles, Lins e Itagiba no dia do compromisso |
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| Em manifestação dos excedentes a foto de Cabral, com a camisa do movimento e o compromisso que assumiu com o grupo |
Agora, raciocinem comigo. Eu apoiei Geraldo Pudim, para deputado federal, mas quem assumiu compromisso com os excedentes foi Sérgio Cabral, ao lado de Dornelles, Itagiba e Lins. Onde é que Pudim poderia se beneficiar desse acordo?
Outra coisa. Como podem ver na matéria de O Dia, no suposto esquema, eu “ordenaria pessoalmente o aproveitamento dos candidatos aprovados em concurso de 2005”. Mas como eu ordenaria isso, se o candidato era Sérgio Cabral, e somente ele, como governador, poderia autorizar o aproveitamento dos aprovados?
Tudo isso não tem pé nem cabeça. Se alguém assumiu algum compromisso em troca de votos foi Sérgio Cabral, isso todo mundo sabe, o vídeo mostra isso. Só faltava mesmo essa! Agora, não satisfeitos em inventarem acusações falsas contra mim, querem que eu responda pelo que não fiz, e mais do que isso, pelas coisas que se estão erradas, quem tem que ser responsabilizado é única e exclusivamente Cabral.
Esses são os podres poderes, a que me refiro na matéria anterior (colocada no fim-de-semana) e que tornam mais atual do que nunca o artigo que lá reproduzi, do jornalista Carlos Chagas. Abaixo do video ainda tem um foto do compormisso assumido por Cabral com os excedentes, que aliás naõ cumpriu, como sempre.