O Ministério Público e os meus advogados estão recorrendo contra a decisão de uma juíza de primeira instância que contrariando todas as provas técnicas, depoimentos e exames de câmeras, resolveu absolver o policial que me agrediu e torturou quando fui injustamente preso por ter denunciado a quadrilha de Sérgio Cabral. Esperei quase 10 anos para, ao final, a terceira magistrada do caso cometer erros em sua decisão ao afirmar que não houve reconhecimento pessoal que está presente nos autos e foi feito diante de outra juíza e do Ministério Público. Ela ignorou o laudo do Instituto médico legal comprovando as agressões que sofri e se baseou apenas no depoimento do senhor Sérgio Côrtes que estava preso em Benfica pelas denuncias que eu fiz contra ele. São tantas provas que eu sempre desconfiei da demora do julgamento. Minhas suspeitas estavam certas, tudo foi feito para que o policial que me agrediu, filho do ex-subsecretário de administração penitenciária do governo Pezão nao revelasse o mandante da covardia e foi o que ele fez. Porém, tenho absoluta confiança que essa decisão, diante dos recursos apresentados pelo Ministério Público e pela minha defesa será revista. São tantas provas que é impossível que alguém em sã consciência não perceba que foi cometida uma injustiça para proteger um bandido travestido de policial. Quero pedir a todos que compartilhem essa postagem até que a justiça seja feita.



















































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