Conforme vocês puderam ver e ler acima, o prefeito de Cardoso Moreira foi condenado a 8 anos de inelegibilidade por ter realizado um evento dentro de um clube que mantém convênio e recebe verbas da prefeitura da cidade. Imaginem o que acontecerá a Rafael Diniz, que fez um comício dentro de um hospital privado que recebe recursos do SUS e da Prefeitura de Campos. A lei eleitoral que vale para Cardoso Moreira, não vale para Campos? Revejam o vídeo, onde Hebert Sidney Neves, o dono do hospital Dr. Beda e maior devedor de ISS da Prefeitura de Campos, apresenta seu candidato, Rafael Diniz, e pede aos seus funcionários que o apoiem.





Aliás, que providências a Polícia Federal tomou contra a senhora Marta Henriques, diretora do hospital, que andou ameaçando os funcionários para descobrir quem gravou a reunião-comício?




Continuo afirmando que muito em breve teremos novas eleições em Campos.

Comentários

01/12/2016

10:00

eduardo marins - duque de caxias

eu aguardo por este dia , quero ver quem realmente fraudou as eleições de campos, eu espero que os verdadeiros fraudadores sejam punidos

01/12/2016

10:47

JORGE - RJ

GAROTINHO VEJA QUE ESCÂNDALO; MULHER DE DABRAL,CUNHADA DE CABRAL,TIA DA MULER DE CABRALE PAI DE CABRAL,TODOS COM SALÁRIOS ACIMA DE 17 MIL ERAM DO TCE. QUE FAMILIA PODRE. Após a tia da ex-primeira dama Adriana Ancelmo pedir exoneração do Tribunal de Contas do Estado (TCE), é a vez da irmã Nusia Ancelmo Mansur, cunhada do ex-governador Sérgio Cabral, deixar o tribunal. Ela era servidora comissionada do gabinete do conselheiro Aloysio Neves Guedes - que foi eleito presidente do TCE nesta quinta-feira - desde abril de 2010 e recebia um salário bruto de R$ 17,2 mil. Segundo o tribunal, a funcionária pediu exoneração na tarde desta quinta-feira, depois que a “BandNews” divulgou a história. Antes de trabalhar no gabinete de Aloysio, Nusia Ancelmo era assessora do secretário da Secretaria-Geral das Sessões, do tribunal, cargo que deixou em 2007. No último dia 25, o TCE exonerou Fanny Maia, tia de Adriana Ancelmo. Ela foi flagrada conversando com o marido, Ricardo Maya, sobre a prisão de Cabral, numa interceptação telefônica com autorização judicial. Com um salário bruto de R$ 10 mil, Fanny trabalhava no gabinete da conselheira Marianna Montebello Willeman, que é filha do presidente do Tribunal de Contas do Município (TCM) do Rio, Thiers Montebello.

02/12/2016

09:37

Ju-du-Caju - Campos

Cenas nos próximos capítulos...