A delação premiada da Carioca Engenharia poupou Sérgio Cabral, mas por essa e outras omissões recebeu multa de R$ 10 milhões. Agora o Ministério Público Federal quer ouvir de novo os donos da empreiteira, Ricardo Pernambuco e Ricardo Pernambuco Júnior, que denunciaram propina de R$ 52 milhões a Eduardo Cunha, mas desta vez mirando em Sérgio Cabral e um de seus braços-direitos, Wilson Carlos, que foi secretário de Governo. É elementar que a esta altura, com todas provas, delações e indícios, Cabral sabe que não vai escapar da Lava Jato, só não se sabe quando, mas o cerco está cada vez mais se fechando. Está chegando sua hora, Cabral!