A tática de Pezão é simples. Deixa os problemas atingirem situações críticas para alegar "caráter emergencial" e escapar da licitação, assim podendo premiar um empreiteiro amigo. Foi o mesmo que fez no caso do lixo na Baía de Guanabara. Cabral e Pezão empurraram o problema para depois e agora queriam fazer um contrato de R$ 20 milhões sem licitação, só que a ONG da família Grael não aceitou a proposta. Vale lembrar que os contêineres usados nas UPPs também foram contratados sem licitação.