Jorgina de Freitas, quando foi acusada e com dois disfarces, quando estava foragida
Jorgina de Freitas, quando foi acusada e com dois disfarces, quando estava foragida



Repercutiu muito mal a contratação como assessora, pelo presidente da CEDAE, Wagner Victer, da maior fraudadora do INSS, a ex-procuradora Jorgina de Freitas, que desviou R$ 310 milhões dos aposentados e pensionistas.

Quem leu a nota de ontem, aqui no blog, deve ter visto que publiquei, a resposta enviada pelo presidente da CEDAE, Wagner Victer para a seção de comentários.

Victer garante que Jorgina, não trabalha, nem nunca trabalhou na CEDAE e ressalta um programa que existe há muitos anos, de ressocialização de presos em regime semi-aberto. Bem, não contestei o programa que é positivo e vem de antes de Victer. O que questionei foi o fato de Victer ter escolhido logo, a maior fraudadora da história do INSS para assessorá-lo.

Bem, o presidente da CEDAE diz que é mentira do jornalista Claudio Humberto, mas a coluna mostra hoje, que funcionários confirmaram que Jorgina até terça-feira era vista nos corredores da empresa. Na resposta que enviou ao blog, chega a citar um nome que serviria de testemunha, de que Jorgina não trabalha na empresa. Sabem quem é? Trata-se de Jaime Melo, o irmão do deputado Paulo Melo, o líder do governo Cabral na ALERJ.





Bem, o fato é que Victer diz que não conhece Jorgina, nunca viu, ela não trabalha na CEDAE, mas funcionários da empresa confirmam que ela foi mesmo contratada. Como viram na nota de hoje, da coluna de Claudio Humberto, ele também recebeu o desmentido de Victer, mas também confirmou que Jorgina foi vista na CEDAE na terça-feira. Depois que foi divulgada a notícia, Jorgina desapareceu como num passe de mágica. Que papelão!