Garotinho e Rosinha na festa relembrando os anos 60
Garotinho e Rosinha na festa relembrando os anos 60


O repórter Hudson Correa, da revista Época, das Organizações Globo fez uma grande salada, misturando alhos com bugalhos: a festa de 50 anos de Rosinha, a campanha de Fernando Peregrino ao governo do Rio (2010), um contrato legal da Prefeitura de Campos, e o carro que eu alugo em Brasília.

Não passa de retaliação, vingança dos Irmãos Marinho que não se conformam com o meu projeto para permitir a publicação de balanços empresariais na internet, e acabar com o monopólio dos jornais que ganham milhões com isso. Além do mais, esta semana os Irmãos Marinho ficaram ainda mais irritados por ter destacado aqui no blog os quase R$ 6 bilhões que a TV Globo recebeu em publicidade do governo federal (Lula e Dilma).

A matéria mistura foto do aniversário de 50 anos de Rosinha, evento privado, familiar, com coisa pública, como por exemplo, a prestação de contas do candidato ao governo do Estado pelo PR, Fernando Peregrino. Mas vamos aos fatos.

Hudson Corrêa é um bobinho, um "pau mandado", e confessa que é, ao dizer no meio da matéria "é importante assistir ao desfecho do filme antes de 2014". É uma demonstração clara de que a matéria foi encomendada para prejudicar a minha candidatura.

1º As contas de campanha do candidato Fernando Peregrino foram prestadas rigorosamente dentro da lei e aprovadas pelo TRE - RJ.

2º A empresa que a matéria se refere, GAP, conquistou um contrato com a Prefeitura de Campos através de licitação pública aprovada pelo Tribunal de Contas do Estado.

3º O fato de haver uma ação do Ministério Público não significa que haja nada errado. O MP apenas oferece elementos para que a Justiça faça o julgamento, nada mais que isso.

4º O carro que aluguei em Brasília, já que os deputados não têm direito a veículo oficial, foi contratado dentro da cota parlamentar destinada a este propósito pela própria Câmara. Todas as notas estão arquivadas na Câmara e aprovadas pelo órgão de controle interno.

5º Quanto à fantasia, prefiro me vestir de Elvis Presley numa festa de família, do que fazer papel de palhaço para agradar à família Marinho.

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