Reprodução do Radar online
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Pois bem, os depoimentos de Jorge Esch (presidente do PTN), do fazendeiro Picciani e do queridinho de Paes, que é acusado de ser o operador da compra do apoio do partido, Pedro Paulo, o Pepê vão negar tudo, isso é evidente. Depois disso o MP Eleitoral decidirá se abre ou não processo judicial. Esse é o "x" da questão. Se fosse Rosinha, em 24h o processo estava aberto, é só lembrar do caso dos postes em Campos, mas como envolve Paes, o candidato da Justiça Eleitoral do Rio, só depois do 2º turno o MP Eleitoral tomará alguma decisão, quando o caso já terá esfriado.

Agora pelo histórico do MP Eleitoral em outros abusos e crimes eleitorais flagrantes por parte de Paes em que nada foi feito, é difícil de acreditar que seja aberto processo. Em todo o caso temos que aguardar. Façam suas apostas.