A deusa romana Iustitia, símbolo da Justiça, imparcial e igual para todos
A deusa romana Iustitia, símbolo da Justiça, imparcial e igual para todos


Com a entrada em vigor da Lei da Ficha Limpa, muitos leitores do blog enviaram perguntas a fim de saber se a referida lei traria algum problema para minha vida pública. A resposta é: nenhum.

Apesar de implacavelmente perseguido nunca fui condenado sequer em primeira instância por ato de improbidade administrativa, nem nunca tive contas rejeitadas. Na Justiça Eleitoral, a covardia feita contra mim e Rosinha, condenados por uma entrevista de rádio, foi anulada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Resta aquela farsa, montada por Sergio Cabral e Beltrame, de tentar ligar meu nome a uma suposta quadrilha de policiais. Contra esta armação recorri ao Conselho Nacional de Justiça, provando que a sentença foi encomendada pelo irmão do magistrado, um oficial da Policia Militar, premiado com cargos de confiança por Cabral logo após a decisão de seu irmão juiz.

Portanto não existe nenhum impedimento legal para que eu e Rosinha possamos participar do processo eleitoral, embora a mídia, sempre a serviço de interesses econômicos tente plantar essa dúvida.

Essa é a verdade.


Muitos leitores do blog demonstraram indignação com a decisão da Justiça de proibir a divulgação de matérias sobre o ex-capitão Rodrigo Pimentel, sob a alegação de que a honra do capitão estava sendo maculada, mesmo com todas as reportagens estando devidamente documentadas, além de inúmeras testemunhas dos fatos aqui descritos, que comprovam de forma inequívoca a verdade de todas as afirmações.

A própria TV Globo onde o ex-capitão trabalha como comentarista, fez na época da aposentadoria por surdez do comandante da Policia Militar do Governo Benedita Silva, coronel Francisco Braz, veemente matéria condenando a atitude considerada anti-ética e uma forma grosseira do
policial ganhar uma aposentadoria melhor, ou seja, fingindo-se de surdo. A TV Globo não foi censurada, a Justiça não obrigou a poderosa TV a nada.

Aliás, com sua ética muito peculiar, a Globo nunca se importou com a surdez de ninguém, desde que esteja a serviço de seus interesses políticos ou financeiros.

Pena é que a alguns magistrados achem que os comentaristas da Globo
sejam pessoas de um planeta especial e que sua honra esteja acima da honra alheia, dos simples mortais. Quantas pessoas são vítimas de notícias mentirosas ou comentários maliciosos diariamente, por essa emissora, sem que nada aconteça a qualquer caluniador global.

A corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Eliana Calmon, não tem medido esforços para tentar acabar com uma justiça de classes no Brasil, boa para os ricos, impiedosa e legalista contra os pobres. Ela sabe o que faz, conhece bem os corredores dos fóruns brasileiros, sabe que “a mulher de venda nos olhos” enxerga quando quer, a quem quer e só ouve alguém quando lhe convém.

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