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terça-feira, 22 de outubro de 2019

18/07/2018

11:41

Justiça determina bloqueio de bens de Lúcio Funaro

A Justiça Federal de Barueri determinou o bloqueio de cerca de R$ 95 milhões do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador financeiro do MDB e um dos principais delatores da Lava Jato, e de mais 16 empresas e um executivo.O bloqueio partiu de pedido da Fazenda Nacional, da União.

Delator da Lava Jato preso em junho de 2016, Funaro cumpre prisão domiciliar em fazenda particular de Vargem Grande do Sul, no interior de São Paulo.

A decisão que determina o bloqueio dos bens vale para “ativos financeiros disponíveis em contas correntes, poupanças e outras aplicações financeiras”. O bloqueio se refere a dívida tributária da Guaranhus Empreendimentos Intermediações e Participações, empresa criada em nome de Funaro.

Segundo a decisão, investigação constatou que a “Guarunhus se tratava de empresa de fachada, servindo tão-somente à blindagem patrimonial de seu único controlador de fato, Lucio Bolonha Funaro".

18/07/2018

09:10

Delator cita repasse para empresa de filhos de ex-assessor de Temer

O operador financeiro Adir Assad afirmou em acordo de delação premiada ter repassado, entre 2010 e 2011, de R$ 1,2 milhão a R$ 1,4 milhão em espécie para a Yuny Incorporadora, empresa que tem como sócios Marcos e Marcelo Mariz de Oliveira Yunes, filhos do advogado José Yunes, amigo e ex-assessor do presidente Michel Temer.

Assad é apontado como o maior "noteiro" a atuar nos desvios apurados na Lava Jato e em pelo menos outras duas operações: a Monte Carlo e a Saqueador. Segundo o Ministério Público Federal, as empresas de fachada do operador firmavam contratos fictícios com grandes empresas. O valor dessas notas, descontado o porcentual cobrado por Assad, era transformado em dinheiro em espécie e devolvido à empresa ou a operadores de propina indicados por ela.

Assad foi condenado a 9 anos e 10 meses de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa.

José Yunes, por sua vez, deixou o governo Temer após ter sido citado na delação de Cláudio Mello, da Odebrecht. O executivo disse que parte dos R$ 10 milhões solicitados em reunião no Palácio do Jaburu, da qual o ministro Eliseu Padilha e Temer participaram, teria sido entregue no escritório de Yunes, na capital paulista. O advogado também é investigado no inquérito sobre o chamado Decreto dos Portos. A hipótese da Polícia Federal é de que ele seria um dos intermediários para recebimentos ilícitos de Temer.

17/07/2018

16:39

MPF procura nas Bahamas R$ 113 milhões atribuídos a Paulo Preto

Após descobrir que o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, movimentou R$ 113 milhões em contas bancárias na Suíça, o MPF de São Paulo aguarda informações das autoridades das Bahamas para saber se o dinheiro foi parar lá.

Os promotores pediram a cooperação internacional com o país da América Central no final de março.

A suspeita é que os valores sejam repasses ilegais feitos a Paulo Preto, apontado como operador do PSDB.

17/07/2018

14:41

PF investiga desvio de verbas em gestão de Aécio Neves

A Polícia Federal investiga denúncia de que duas empresas teriam sido usadas por Aécio Neves para desviar verbas para campanhas durante sua gestão no governo de Minas Gerais.

Segundo a acusação, os desvios teriam ocorrido durante a construção da Cidade Administrativa em Belo Horizonte, entre 2008 e 2010. A sede do governo foi orçada em R$ 900 milhões, mas o Tribunal de Contas do Estado afirmou que a obra passou de R$ 1,8 bilhão.

Em delação premiada, no fim de 2016, o ex-diretor superintendente da Odebrecht em Minas Gerais, Sérgio Neves, denunciou um esquema de desvio de dinheiro. Segundo o delator, o então presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais, Oswaldo Borges, determinou que 3% de um contrato com as empresas Odebrecht, Queiroz Galvão e a OAS iriam para Aécio Neves para futuras campanhas políticas. O contrato era de R$ 360 milhões.

Além disso, afirmou que o tucano determinou que a construtora deveria contratar duas empresas locais: a Cowan e a Alicerce. O delator disse que elas foram subcontratadas, mas para não fazer nada.

17/07/2018

10:23

Leilão da Lava-Jato: imóvel de Dirceu é arrematado pela metade do preço

Um dos três imóveis leiloados de José Dirceu foi arrematado nesta segunda-feira, em leilão virtual.

O imóvel, uma casa de cerca de 200 metros quadrados, localizada na Saúde, zona sul de São Paulo, foi adquirida por um comprador de nome não revelado, identificado como “Jorge 1960” no site de leilões.
A casa, com área de 200 metros quadrados, foi arrematada por R$ 465,1 mil, pouco mais da metade do valor de avaliação (R$ 750 mil).

Os bens de Dirceu foram a leilão por determinação de Sergio Moro. O confisco dos imóveis faz parte da sanções impostas pelo magistrado no âmbito da Operação Lava-Jato.

No total, há cerca de R$ 11 milhões em imóveis de Dirceu à venda em leilões por determinação de Moro. O mais caro é o escritório da consultoria do ex-ministro, na Avenida República do Líbano, vizinha ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo, que foi oferecido por R$ 6 milhões, mas que após várias tentativas de venda já caiu para R$ 3 milhões.

16/07/2018

18:10

PF diz que ex-ministro do Trabalho era 'fantoche dos caciques do PTB'

Relatório da Polícia Federal na Operação Registro Espúrio afirma que o ex-ministro do Trabalho Helton Yomura "não passa de um fantoche dos caciques do PTB". O documento ainda aponta uma "efetiva participação" da deputada Cristiane Brasil no núcleo político de uma organização criminosa investigada pela concessão fraudulenta de registros sindicais junto ao Ministério do Trabalho e atribui a ela o papel de "líder".

A deputada chegou a ser cotada para o cargo de ministra do Trabalho no início do ano. Decisões da Justiça Federal e uma liminar da presidente do Supremo Tribunal Federal, Carmen Lúcia, no entanto, suspenderam a posse. O governo acabou desistindo da parlamentar para o cargo.

A Polícia Federal afirma, no documento, que Cristiane Brasil, "mesmo não ocupando formalmente qualquer cargo na estrutura do Ministério do Trabalho, foi alçada, na prática, a um posto de comando da Pasta, fortalecendo a estrutura de atuação do 'subnúcleo PTB'".

16/07/2018

14:56

CHEGA DE PERSEGUIÇÃO! CHEGA DE CENSURA!

Matéria do SBT mostra os detalhes da censura a série de reportagens jornalísticas sobre a GANGUE DOS GUARDANAPOS.

16/07/2018

12:03

Empresa de coronel Lima intermediava pagamentos ilícitos a Temer na década de 90

Documento juntado ao inquérito dos portos, que investiga Michel Temer, indica que supostos pagamentos indevidos feitos na década de 90 por parte de empresas do setor portuário passaram inicialmente pela Argeplan, empresa do coronel João Batista de Lima Filho, amigo do presidente e também investigado.

O inquérito apura se Temer editou, em troca de propina, um decreto com o objetivo de favorecer empresas do setor portuário, entre as quais a Rodrimar e o grupo Libra.

O documento, segundo a Polícia Federal, é um complemento de outra planilha sobre irregularidades no porto de Santos, que relacionava pagamentos a “MT”, que seria Michel Temer, a “MA”, que seria Marcelo Azeredo, indicado por Temer para comandar a Codesp, e a “L”, que seria o coronel Lima.

Conforme a PF, o documento intitulado “Posição de Negócios” trata do terminal 34/35 com participação do grupo Libra no porto e destaca “contratos exclusivos” da Argeplan.

Para a PF, os dados indicam “que os pagamentos apresentados nas planilhas para MT, MA e Lima teriam como destino inicial a empresa” deste último.

“Além da inscrição ‘todas as participações foram concedidas sem nenhum tipo de investimento por parte da Argeplan, além do cumprimento total das exigências políticas’ que reforça o entendimento que a Argeplan funcionaria como intermediária dos pagamentos, ocorre ainda a ampliação da convicção da participação de agente político no suposto esquema, MT na hipótese em questão”, diz relatório da PF.




16/07/2018

08:37

Congresso quer aumentar para R$ 38 mil salário de parlamentares

Reprodução do Estadão
Reprodução do Estadão

15/07/2018

22:30

Papo Reto com Garotinho

15/07/2018

12:19

Cristiane Brasil chama Fachin de vagabundo

Alvo da Operação Registro Espúrio, a deputada federal Cristiane Brasil chamou o ministro Edson Fachin de ‘vagabundo’, em troca de mensagens com o então ministro do Trabalho, Helton Yomura.

“Olha esse vagabundo mostrando pra que veio”, escreveu.

O comentário se referia à possibilidade de Fachin ressuscitar o imposto sindical, já que ele era relator da ação que questionava a constitucionalidade da mudança na legislação após a reforma trabalhista.

O celular de Cristiane foi apreendido no dia 12 de junho por ordem de Fachin e as mensagens serviram para a Polícia Federal começar uma nova etapa da operação, no dia 5 de julho.

15/07/2018

10:08

Na prefeitura, Indio da Costa usou helicóptero para fazer pré-campanha

Reprodução do O Globo
Reprodução do O Globo

14/07/2018

12:02

PGR é contra desmembramento de inquérito dos Portos pedido pelo dono da Rodrimar

A Procuradoria Geral da República enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer em que pede que Luís Roberto Barroso negue pedido do dono da Rodrimar, Antônio Celso Grecco, no âmbito do inquérito dos portos, que também investiga Michel Temer.

A Procuradoria também opinou contra pedido de Grecco de desmembramento do inquérito, na hipótese de o STF entender que a investigação deve continuar. O caso está no Supremo porque Temer, na condição de presidente, tem direito ao chamado foro privilegiado.

Se a investigação for desmembrada, a parte sobre Grecco será enviada para a primeira instância da Justiça.

A Rodrimar é uma das empresas que operam no porto de Santos supostamente beneficiada por decreto editado por Temer.

14/07/2018

09:29

PF diz que Aécio maquiou dados do Banco Rural enviados à CPI dos Correios

Em relatório finalizado em maio, a Polícia Federal disse ter comprovado o envolvimento de Aécio Neves para maquiar dados do Banco Rural enviados à CPI dos Correios, que investigou o esquema do mensalão.

Segundo o delegado Heliel Jefferson Martins Costa, o objetivo era esconder os vínculos da instituição com as empresas de Marcos Valério, operador do mensalão, e o governo de Minas Gerais, comandado na época por Aécio.

No relatório, Heliel diz que o envolvimento do senador tucano teria sido provado a partir de fatos que, reunidos em ordem lógica, possibilitam ao investigador afirmar que Aécio não tinha como não saber ou não ter participado da trama apurada.

13/07/2018

14:04

Juiz concede liberdade ao ex-ministro Henrique Eduardo Alves

O juiz Francisco Eduardo Guimarães Farias, da 14° Vara Federal de Natal, revogou a prisão domiciliar do ex-ministro Henrique Eduardo Alves.

Ex-ministro nos governos Dilma e Temer, Henrique Eduardo Alves se beneficiou indiretamente de uma decisão de junho, dada pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federa, que determinou a soltura do deputado cassado Eduardo Cunha por excesso de prazo na prisão. Ele permanece preso, no entanto, por conta de outros mandados. A defesa de Henrique Alves conseguiu uma extensão daquela decisão.

Henrique Alves estava preso na Academia de Polícia Militar desde o dia 6 de junho de 2017 por conta de dois mandados de prisão preventiva - um expedido pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte e outro pela Operação Sépsis, que corre na 10ª Vara Criminal do Distrito Federal.

No Rio Grande do Norte, o ex-ministro do governo Temer foi alvo da Operação Manus, que investiga o pagamento de propina relaciona a construção da Arena das Dunas. Em Brasília, o peemedebista é réu e foi preso em um desdobramento da Operação Sépsis por supostamente receber valores de empresas que receberam aportes milionários do FI-FGTS.

13/07/2018

11:19

Justiça do DF nega pedido de liberdade de Eduardo Cunha

O juiz Vallisney de Souza Oliveira negou o pedido de liberdade de Eduardo Cunha, revogando a prisão preventiva.

A decisão encontra-se no processo de obstrução de Justiça que envolve Cunha, o corretor Lúcio Funaro e o empresário Joesley Batista na Justiça Federal no Distrito Federal. Nesse processo, a prisão preventiva foi determinada em maio de 2017, época em que Cunha já se encontrava preso em decorrência de processo da Operação Lava Jato no Paraná.

"Embora já tenha decorrido mais de 12 meses desde o supracitado decreto de prisão, permanecem inalterados os fatos e fundamentos que deram ensejo à custódia de Eduardo Cunha", pontuou Vallisney.

Cunha foi acusado de receber dinheiro para permanecer em silêncio, enquanto estivesse na prisão, a respeito da possível prática de ilícitos envolvendo o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves.

Segundo o Ministério Público Federal, Cunha continuava agindo mesmo preso. A defesa de Cunha alegava que não havia qualquer elemento que apontasse "um suposto agir voltado a atos criminosos desde o afastamento de Cunha de seu mandato de parlamentar, não havendo, na atualidade, periculosidade do agente”.

Na decisão, porém, o juiz diz que escutas telefônicas e gravações apontavam que havia "pagamento de vantagem indevida a Cunha, mesmo depois de preso, com o objetivo de compensar dívidas de propina e mantê-lo tranquilo, e em silêncio, em relação a fatos que pudessem afetar outros envolvidos, como a cúpula dos integrantes do MDB da Câmara”.

Mesmo que houvesse uma decisão favorável a Cunha, ele não deixaria a prisão imediatamente, já que o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) confirmou sua condenação em processo da Operação Lava Jato. A execução provisória da pena, nesse caso, já foi iniciada.