Quando a incompetência e a corrupção se juntam as primeiras vítimas são sempre os mais humildes e os funcionários públicos. Tem sido assim no Governo estadual e agora na Prefeitura de Campos. No final de 2014 foi dito pela prefeita Rosinha que a queda do preço do barril de petróleo obrigaria a prefeitura a fazer ajustes. Firmas terceirizadas foram dispensadas, vários contratos reduzidos e outros extintos. Um novo código tributário municipal chegou ser aprovado na Câmara, aumentando a contribuição dos setores mais ricos da sociedade campista, mas o atual prefeito foi contra, dizendo que com o atual orçamento Campos tinha dinheiro para tudo.

Pois bem, esse ano ele tem o mesmo orçamento do ano passado. Com o mesmo orçamento Rosinha deu aumento ao funcionalismo, pagou os salários em dia, manteve a prestação com a Caixa Econômica paga até dezembro, manteve a passagem social, o restaurante popular e várias obras, que mesmo num ritmo mais lento, faziam a cidade girar.

E agora qual a desculpa Rafael? Não adianta ficar inventando desculpas,você dizia que tinha solução para tudo. Na verdade sua arrogância escondia seu despreparo, sua conversa fiada escondeu dos campistas sua falta de equipe, imaturidade e principalmente experiência para lidar com uma crise que atinge a todas as cidades do Brasil, com uma diferença, onde há governo as coisas vão indo aos poucos para o lugar, onde não há, como em Campos, só resta o discurso, a culpa jogada nos outros que não têm culpa e o sofrimento para os de sempre.

Porque os vereadores, os cargos de confiança, a mídia e os mais ricos de Campos vão sempre se dar bem quando o prefeito é fraco e inexperiente como Rafael Diniz, que segue os passos de Pezão.