Sérgio Cabral, a atriz Beatriz Segall no papel de Odete Roitman; abaixo manchete do UOL
Sérgio Cabral, a atriz Beatriz Segall no papel de Odete Roitman; abaixo manchete do UOL

Nem mesmo oito meses atrás das grades fizeram Cabral ser mais humilde. Pode estar abatido e deprimido, perdendo peso, mas mantém a mesma essência arrogante e se considerando melhor que os outros. Na cadeia compra todo o tipo de privilégios, como tem mostrado a imprensa. Dentro do presídio vip de Benfica, Cabral tem um companheiro de cela, um ex-PM condenado por tráfico, que trabalha para ele como segurança particular e mordomo. O colega de cela nem poderia estar nesse presídio porque não tem curso superior, mas o ex-governador faz o que quer, manda na direção do presídio. Obviamente com a anuência de muita gente, a começar pelo secretário de Administração Penitenciária, coronel Erir Ribeiro, que foi comandante-geral da PM na gestão de Cabral. E debocha do juiz Marcelo Bretas com respostas como: "Que maluquice é essa?", referindo-se às propinas, ou como essa resposta de que não matou Odete Roitman, querendo dizer que é vítima de perseguição, que nunca recebeu propina de ninguém.