Reprodução do Radar online, da Veja
Reprodução do Radar online, da Veja

É um número impressionante. Se apenas em 2014 a Odebrecht deu R$ 80 milhões para Cabral e seus aliados, podem imaginar o somatório das propinas pagas de 2007 a 2015. Na lista da Odebrecht, Cabral era chamado de Proximus. Mas é na contabilidade da Andrade Gutierrez que o ex-governador, preso em Bangu 8, era melhor definido. Seu apelido era Guloso. Nada mais apropriado para a goela larga de Cabral.