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terça-feira, 22 de outubro de 2019

08/11/2017

15:35

PSDB com Temer repete o PT com Cabral

Reprodução da Folha de S.Paulo
Reprodução da Folha de S.Paulo
O PSDB continua em cima do muro para variar. Não sabe se vai ou se fica no governo Temer. Agora até o Palácio do Planalto admite que até o final do ano os tucanos devem pular fora, como disse FHC, o PSDB precisa mostrar que é diferente do PMDB para não sofrer um desastre eleitoral. É a mesma postura e pensamento do PT do Rio em relação a Sérgio Cabral. O PT ocupou secretarias importantes do governo Cabral e lhe deu sustentação política na ALERJ durante 7 anos e dois meses. Em março de 2014, ano da eleição de Pezão, os petistas resolveram abandonar o barco. Achavam que a população acreditaria que não tinham nada a ver com o governo do PMDB. O resultado todo mundo viu, o candidato petista ao Governo do Estado, Lindbergh Farias não foi nem para o 2º turno. O PSDB participou ativamente do golpe parlamentar que tirou a Presidente Dilma, para tanto se aliou e andou lado a lado com Eduardo Cunha, tem 4 ministérios no atual governo, e ajudou a salvar Temer das denúncias por corrupção. É ilusão os tucanos acharem que deixando o governo no final do ano serão perdoados pelos eleitores.

08/11/2017

14:20

De dentro do presídio, Sérgio Cabral continua comandando organização criminosa

Reprodução do G1
Reprodução do G1
Investigação da Polícia Federal confirma o que venho dizendo. Sérgio Cabral continua dando ordens de dentro do presídio vip de Benfica para investigar integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Rio, além de adversários. O mais grave é que está sendo usado o sistema de escutas da Secretaria de Segurança Pública para atender Cabral. Até quando Sérgio Cabral continuará agindo como chefe de facção criminosa mandando no Governo Pezão?

08/11/2017

12:00

Encontro Marcado com Garotinho (Quarta, 08/11/2017)

Parte 1


Parte 2


Parte 3

08/11/2017

09:25

Fala Garotinho (Quarta, 08/11/2017)

07/11/2017

18:32

Servidores vão empurrar a aprovação de Temer para quase zero

Reprodução da Veja online
Reprodução da Veja online
O número de brasileiros que aprovam o governo de Michel Temer é irrisório, insignificante, míseros 3%, eu sei que é perto de zero, ainda mais quando a margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos. Mas vai piorar a partir de janeiro. Até lá ninguém sentirá melhora no bolso, no dia-a-dia, ainda que o governo fale que a economia já está se recuperando. E o adiamento dos reajustes salariais dos servidores federais, de 2018 para 2019, além do aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14% (para quem ganha acima de R$ 5 mil) vão provocar muitos protestos de servidores. Aliás, na próxima sexta-feira já teremos a primeira manifestações dos servidores federais contra o pacote de maldades de Temer. Ou seja, a aprovação do presidente Michel Temer ainda cairá mais, se é que isso é possível. Vai acabar dando traço, que é como nas pesquisas de audiência de rádio e televisão se diz quando ninguém ouve ou assiste determinado programa ou horário.

07/11/2017

17:48

Reforma da Previdência "caiu do telhado"

Reprodução do Brasil 247
Reprodução do Brasil 247
Nem é mais o caso de se dizer que a Reforma da Previdência "subiu no telhado", na verdade "já subiu e já caiu do telhado". Não há mais a menor chance de Temer conseguir aprová-la. Ele mesmo já admitiu isso em conversa com líderes partidários no domingo no Palácio do Jaburu. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles diz que aprovar este ano será difícil. Ora, se não conseguiram até agora, podem esquecer, o próximo ano teremos eleições e nenhum parlamentar vai querer se queimar com seu eleitorado. Além do mais Temer gastou a munição (cargos e emendas) que tinha para escapar das duas denúncias por corrupção.

07/11/2017

17:00

Propaganda do governo Temer só engana trouxas




O Governo Temer diz que "viramos esse jogo". Bem, só se estiver se referindo à "operação abafa" que comprou votos de deputados para arquivar a denúncia de corrupção contra o presidente e os ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha. Aliás, para colocar um senhor para sambar, como se estivesse comemorando a "virada", deveriam ter chamado o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), aquele que dançou no plenário depois da vitória no plenário que barrou a denúncia contra Temer.

07/11/2017

14:02

Garotinho é notícia no UOL

Reprodução do UOL
Reprodução do UOL

07/11/2017

11:55

Encontro Marcado com Garotinho (Terça, 07/11/2017)

07/11/2017

09:00

Fala Garotinho (Terça, 07/11/2017)

06/11/2017

16:14

Novo protesto dos servidores contra o calote de Pezão

Reprodução do Facebook
Reprodução do Facebook
Os servidores estaduais querem colocar 100 mil pessoas na porta da ALERJ. Diante do calote de Pezão seria de se esperar um número expressivo de manifestantes, afinal existem mais de 450 mil servidores da ativa, inativos e pensionistas. Mas a falta de combatividade de alguns sindicatos que representam determinadas categorias do funcionalismo atrapalha o movimento dos servidores. O PMDB contaminou várias instituições, incluindo representantes dos trabalhadores. O pessoal da Segurança diz que vai em peso.

06/11/2017

15:05

Segundo delator, Leonardo Picciani também armou esquema de propina com agências de publicidade

Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online
O marqueteiro do PMDB-RJ Renato Pereira entregou na sua delação não apenas Sérgio Cabral, Eduardo Paes, Pezão e Pedro Paulo. Também contou o esquema montado em 2015 com o deputado federal Leonardo Picciani, atual ministro do Esporte, que queria 4,5% dos contratos de publicidade do Ministério da Saúde, controlado pelo PMDB. Na negociação, o publicitário diz que a propina ficou acertada em 3% dos contratos. Deve ser a tal "taxa de oxigênio".

Leonardo Picciani, é claro, nega tudo e chama de "fantasiosa" a delação de Renato Pereira. Admitiu ter se encontrado com o publicitário, mas vejam que coisa, não consegue lembrar quando, onde e quem intercedeu para que se reunisse com Renato. É um caso de amnésia seletiva.

06/11/2017

13:45

Sem fazer alarde, Temer abre caminho para venda de estatais

Michel Temer com chapéu do Banco do Brasil
Michel Temer com chapéu do Banco do Brasil
Foi dada a largada para a venda da: Petrobras,Banco do Brasil e Eletrobras.

O presidente Michel Temer publicou no Diário Oficial da União, numa sexta-feira enforcada por um feriadão, um decreto presidencial que isenta a publicação de editais para a venda das ações do governo em empresas de economia mista. Na prática, o governo não necessitará de leilões ou publicações que causem qualquer alarde ou publicidade para “desinvestimento” público em empresas de capital misto. A Petrobras, o Banco do Brasil, a Eletrobras e outras são empresas dessa natureza.

Vejam os artigos do decreto:

“Art. 1º Fica estabelecido, com base na dispensa de licitação prevista no art. 29, caput, inciso XVIII, da Lei nº 13.303, de 30 de junho de 2016, e no âmbito da administração pública federal, o regime especial de desinvestimento de ativos das sociedades de economia mista, com a finalidade de disciplinar a alienação de ativos pertencentes àquelas entidades, nos termos deste Decreto”.

§ 1º As disposições previstas neste Decreto aplicam-se às sociedades subsidiárias e controladas de sociedades de economia mista”.

Na prática, o governo passa a ter liberdade para vender as ações no mercado capitais, sem qualquer tipo de aviso, sem licitação. Fica aberto o caminho para a liquidação em tempo recorde, de todas as maiores e mais lucrativas empresas estatais, as de capital misto.

O povo brasileiro precisa rapidamente se mobilizar para evitar a entrega desse patrimônio público que foi construído ao longo de gerações.

Será a maior negociata da história da República.

VAMOS IMPEDIR ISSO!

06/11/2017

11:55

Encontro Marcado com Garotinho (Segunda, 06/11/2017)

06/11/2017

09:25

Fala Garotinho (Segunda, 06/11/2017)

05/11/2017

12:30

A delação do publicitário Renato Pereira entrega Cabral, Paes, Pezão, Pedro Paulo e outros

Já há mais de um mês falei em meu programa de rádio sobre a delação do publicitário Renato Pereira, da Prole, o marqueteiro oficial do PMDB e dos governos do Rio. Inclusive quando da apreensão ilegal dos meus pen drives pela Polícia Federal, até hoje não devolvidos, faço citação à delação de Renato Pereira. Hoje, além da manchete principal, o Globo publica extensa matéria sobre a delação. Não sei se foi de forma proposital ou se ainda pretende divulgar outros detalhes, mas a matéria omite várias situações e outros políticos, a menos que Renato Pereira não tenha conseguido documentação para comprovar o que falou em relação a outras pessoas. Também estranho que quando recebi a informação e os detalhes da delação fui alertado que um vazamento detalhado, e foi o que eu evitei, apenas comentando os assuntos no blog e no programa, poderia gerar um pedido de nulidade da delação. Hoje o Globo publica até gráfico entre os valores declarados nas campanhas de Cabral, Paes, Pezão e Pedro Paulo, que certamente algum deles poderá solicitar ao ministro Ricardo Lewandowski, a quem cabe a homologação dessa delação, a nulidade visto que ainda não foi quebrado o sigilo. Como Eduardo Paes é o “queridinho” das Organizações Globo fica a dúvida. Vazaram o que interessava para gerar a nulidade ou não têm a delação completa?

Vamos a um resumo do que disse Renato Pereira.

As licitações no governo Sérgio Cabral eram fraudadas, e que ele próprio escolhia junto Maurício Cabral (irmão de Sérgio Cabral) as empresas que seriam vencedoras. Ajudou inclusive a redigir os editais de concorrência junto com Regis Fichtner e Wilson Carlos. Segundo Renato Pereira até mesmo pareceres e justificativas para notas baixas das agências concorrentes eram escritas por sócios da Prole e depois homologadas pela comissão de licitação do Governo do Estado. Ele afirmou que tudo foi acertado num café da manhã no Copacabana Palace em 2007. Segundo ele, Ricardo Cota, subsecretário de Comunicação do governo Cabral, o procurou para que coordenasse os editais de licitação. O publicitário designou seu sócio Flávio Horácio Peixoto Azevedo para apresentar os pareceres e as propostas. Além de Cota e Flávio Horácio, o publicitário afirma que participavam das reuniões e decisões, o ex-secretário de Governo, Wilson Carlos, já preso, Regis Fichtner, ainda solto, além de Maurício Cabral. Na primeira licitação, como a Prole não tinha condições de aparecer entre os cinco vencedores, indicou a PPR (Profissionais da Propaganda Reunidos). A empresa de Renato Pereira venceu os editais seguintes. Entre 2008 e o início de 2014, a PPR e a (Prole) faturaram R$ 230 milhões, resultantes de licitações fraudulentas onde havia mais 4 agências. Segundo o delator 1/3 do lucro dos contratos da PPR era repassado à Prole e outro 1/3 ao irmão de Sérgio Cabral. O favorecimento tinha o aval de Wilson Carlos, de Ricardo Cota e do próprio Sérgio Cabral, a quem Renato Pereira declara gratidão pelo crescimento súbito de sua agência. Ainda segundo ele, também participavam do esquema a Carioca Filmes, a Agência 3, que também ganhou a conta da CEDAE no valor de R$ 50 milhões, e a agência Eurofort. Todas praticavam o mesmo sistema, 1/3 do lucro para a Prole e 1/3 para Maurício Cabral.

A matéria do Globo relatou com riqueza de detalhes a fraude nas licitações do Estado, mas não deu uma linha sobre como o esquema funcionava na Prefeitura do Rio, sob o comando de Eduardo Paes.





O caixa 2 de Cabral, Paes, Pezão e Pedro Paulo

Subitamente a matéria esquece o esquema das verbas oficiais e passa a tratar das campanhas eleitorais. “Cuidadosamente” o texto não usa nunca a palavra corrupção, cita sempre “caixa dois”. Renato Pereira revela a diferença entre o que foi declarado pelos candidatos à Justiça Eleitoral e o que ele efetivamente recebeu.



O publicitário relata também que ele e seus sócios da Prole recebiam pessoalmente dinheiro vivo em sacolas, repassado por empresas prestadoras de serviço, empreiteiras ou fornecedoras dos governos estadual e municipal do Rio. Segundo ele, os maiores colaboradores foram Andrade Gutierrez, Odebrecht e pelo empresário de ônibus Jacob Barata, e diz mais, que a pré-campanha de Pezão ao Governo do Estado (2013, um ano antes da eleição) foi bancada pelo “rei dos ônibus” e custou R$ 5 milhões, valor acertado numa reunião no Palácio Guanabara onde participaram além dele, Sérgio Cabral, Pezão e Wilson Carlos. Diz Renato Pereira que Pezão necessitava de uma atenção especial em razão da sua dificuldade de comunicação, e ele ficou responsável pelo treinamento de fala, vídeos para redes sociais e aparições em programas de TV, e ainda conta que o responsável pelos pagamentos era Hudson Braga, o Braguinha. Foram entregues, entre junho de 2013 e junho de 2014, R$ 400 mil mensais no prédio da agência Prole, na Urca. Outros R$ 700 mil foram entregues também na agência por Paulo Fernando Magalhães Pinto, amigo e ex-assessor de Cabral, que foi preso e está condenado a 9 anos de prisão. Renato Pereira afirma que o mesmo método usado nas campanhas de Cabral e Pezão se usou nas últimas duas eleições para a Prefeitura do Rio. Ele afirma que foi o próprio Eduardo Paes que lhe comunicou como funcionaria o esquema. No caso da prefeitura além das entregas de dinheiro na sua agência, na Urca, também aconteciam entregas na Nimbus Comunicação, uma produtora pertencente ao seu grupo. O dinheiro dos pagamentos ilícitos da campanha de Paes à reeleição e da de Pedro Paulo era entregue diretamente a ele por Guilherme Schleder, integrante da Casa Civil da prefeitura, que tinha como secretário Pedro Paulo. Ocorriam normalmente em restaurantes e citou o Outback da Barra da Tijuca. Segundo ele repasses foram feitos por Fernando Duba, assessor de Pedro Paulo, e Bernardo Fellows, subchefe de gabinete de Eduardo Paes. A delação conta ainda que uma das grandes fontes de contribuição financeira da pré-campanha de Pedro Paulo foi o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, colega de cela de Cabral, e outro, Jacob Barata. O valor de Jacob Barata na pré-campanha foi de R$ 2 milhões. Renato afirmou também que Sérgio Cabral chegou a lhe pedir ajuda para receber no exterior uma dívida de propina da Odebrecht no valor de US$ 130 mil, que acabou sendo depositada na conta de um doleiro, que transformou em dinheiro e repassou a Wilson Carlos e Carlos Emanuel Miranda, o Avestruz, outro preso com Cabral em Benfica. Também disse que a pré-campanha de Cabral em 2010 custou R$ 12 milhões, que foram bancados pela Odebrecht. O dinheiro foi entregue à Rua General Garson, no Jardim Botânico, onde fica o prédio da sua produtora Nimbus. Durante a campanha quando os valores aumentaram passaram a ser transportado em uma Pajero blindada e entregues no estúdio onde a equipe trabalhava.

O que Renato Pereira retirou da delação ou o Globo ainda não publicou

1 – O esquema montado por ele na Prefeitura de Niterói com o ex-secretário da Cabral e atual prefeito da cidade, Rodrigo Neves.

2 – Quem participou das fraudes nas licitações da Prefeitura do Rio.

3 – Seu envolvimento com Nelson Bornier e a Prefeitura de Nova Iguaçu.

4 – As contas onde depositou dinheiro no exterior para Eduardo Paes e Pedro Paulo.

5 – Os nomes dos fornecedores do Estado e da Prefeitura do Rio, além daqueles já conhecidos, que colaboraram para as campanhas de Cabral, Paes, Pezão e Pedro Paulo, através de notas frias que ele emitia de sua agência.

6 – A ordem que ele deu para jogar milhões de reais na Baía de Guanabara no dia da Operação Calicute, quando Cabral foi preso, cujas notas apareceram boiando durante vários dias para alegria de pescadores e endividados.

É bom lembrar a Renato Pereira que omissões assim como acusações sem provas materiais podem anular a delação. Seu acordo foi altamente benéfico diante dos crimes que cometeu em parceria com a Gangue do PMDB. Pelos crimes confessados, ele vai pagar uma multa entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões, valor irrisório diante da montanha de dinheiro que recebeu. Sua pena também deverá ser bem reduzida. Um bom conselho a Renato Pereira, um ótimo marqueteiro: Fale tudo antes que perca tudo. A mentira pode convencer no marketing, mas não na justiça.

Em tempo: A semana promete fortes emoções para figuras influentes do PMDB do Rio. Dizem as más línguas que será servida uma bela macarronada à italiana. A conferir.