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sábado, 30 de maio de 2020

06/03/2020

20:03

Há tempo, eu avisei...

REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF
REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF

03/03/2020

16:10

Debate sobre a reformulação da Embratur

A TV Senado está transmitindo ao vivo a Audiência Pública que minha filha Clarissa convocou para analisar a MP 907/2019, que discute a possibilidade de transferência da sede da EMBRATUR para o Rio de Janeiro.

Acompanhe!

02/03/2020

11:17

Mais uma ameaça...

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

02/03/2020

08:00

Cabral delata Judiciário

29/02/2020

22:00

Contratos entre a prefeitura do Rio de Janeiro e a Fundação Roberto Marinho devem ser investigados pela Justiça

A Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal vai encaminhar à Procuradoria do Rio de Janeiro a denúncia sobre contratos assinados entre a Fundação Roberto Marinho e a Prefeitura do Rio na gestão de Eduardo Paes. Responsável por investigar casos de corrupção, a Câmara investiga contratos de obras e consultorias pagas com dinheiro público, que teria sido desviado até da merenda escolar da rede municipal. De acordo com a denúncia, a Fundação Roberto Marinho teria recebido mais de R$ 200 milhões pagos com dinheiro público.

REPRODUÇÃO: R7

29/02/2020

21:03

Decisão Judicial

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

29/02/2020

20:37

'O problema do Rio não são os bandidos, são os mocinhos', diz ex-chefe da Polícia Civil

Os diagnósticos incisivos de Hélio Luz, ex-chefe da Polícia Civil no Rio, ficaram marcados na memória de quem, há quase 20 anos, o assistiu no documentário "Notícias de Uma Guerra Particular", descrevendo uma polícia que foi "criada para ser violenta e corrupta" e teria papel de "garantir uma sociedade injusta".

"Como você mantém os excluídos todos sob controle, ganhando R$ 112 por mês? Com repressão", disse aos diretores João Moreira Salles e Kátia Lund, na época em que chefiava a Polícia Civil fluminense, entre 1995 e 1997, referindo-se ao valor do salário mínimo de então.

Aos 72 anos, Luz está aposentado, afastado da vida pública e vive com a família em Porto Alegre, onde nasceu. Mas continua acompanhando de perto as notícias da guerra particular que não acaba no Rio.

Em entrevista à BBC Brasil, ele faz o esforço constante de deslocar o foco das favelas, que têm sido objeto de operações policiais e militares, e apontar o espelho de volta para as elites, para a classe média e para as forças de segurança.

"Por que cercar a favela, se o crime não está ali? O cerne da questão da insegurança não está ali. Aquilo ali é o resultado", afirma, considerando que os "meninos que estão no tráfico" são produto da desigualdade social.

Luz considera que a intervenção federal pode trazer benefícios se deixar de lado ações ostensivas nas favelas - que equivalem a "enxugar gelo" e estigmatizam os moradores - e trabalhar para recuperar as estruturas policiais, neutralizando a ação de agentes corruptos e fazendo com que os "mocinhos" - integrantes do sistema de segurança - façam jus à designação popular.

"O problema do Rio não são os bandidos. O problema do Rio são os mocinhos. Se ele recuperar o quadro de mocinhos, ele pode dar uma atenção real ao quadro de bandidos", afirma.

REPRODUÇÃO: TERRA

Clique aqui e leia na íntegra

29/02/2020

08:39

Garotinho conversa com você

18/02/2020

22:11

Será?

REPRODUÇÃO: EXTRA
REPRODUÇÃO: EXTRA

14/02/2020

22:55

Campos no escuro

REPRODUÇÃO: CLICK CAMPOS
REPRODUÇÃO: CLICK CAMPOS

14/02/2020

20:52

São Gonçalo com força

Ontem, o companheiro Walney Rocha esteve ao lado de Gilson do Cefen e do Deputado Ratinho realizando filiações dos pré-candidatos a vereadores, prefeito e vice prefeito para as próximas eleições.
Amanhã, sábado, estaremos em São João de Meriti.

12/02/2020

11:39

Eduardo Paes vai de ônibus

O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o seu então braço-direto, deputado Pedro Paulo, receberam ao menos R$ 50 milhões via caixa 2 da Fetranspor, segundo contou em sua delação premiada o ex-presidente da entidade, Lélis Teixeira.

De acordo com o delator, a primeira contribuição aconteceu durante a campanha à Prefeitura do Rio de Janeiro, em 2008. O então governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, marcou uma reunião no Palácio Guanabara, que além de Lélis e Paes, contou com as presenças de Jacob Barata, José Carlos Lavouras, Jorge Picciani e de Wilson Carlos.

Na ocasião, os políticos reforçaram a importância da eleição de Eduardo Paes para o setor de ônibus na cidade. No entanto, a reunião terminou sem qualquer acordo. O delator contou que uma outra reunião foi marcada, onde estipularam o valor. Mas, no entanto, afirma não saber quanto foi dado à campanha de Paes porque não estava presente na segunda reunião.

Quatro anos depois, na campanha de Paes à reeleição, Lélis disse que foi convidado por Pedro Paulo a ir ao Palácio da Cidade junto com Jacob Barata. Na ocasião, foi pedido mais dinheiro via caixa 2 para a campanha. O valor combinado foi de R$ 40 milhões, além de uma peça publicitária para rodar em emissoras de TV.

Em 2016, Lélis afirmou que foram pagos R$ 10 milhões à campanha de Pedro Paulo à sucessão de Eduardo Paes.

Lélis disse que em todos os casos os valores foram pagos no prédio de uma das empresas de Jacob Barata, a Guanabara Diesel, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O dinheiro foi pago ao próprio Pedro Paulo ou a Fernando Duba, chefe de gabinete do deputado.

As informações foram corroboradas pela delação do doleiro Álvaro Novis.

12/02/2020

10:37

O bicho pegou...

REPRODUÇÃO: EXTRA
REPRODUÇÃO: EXTRA

11/02/2020

12:36

Miliciano Adriano foi defendido por Bolsonaro em discurso na Câmara

Em 2005, quando deputado federal, Jair Bolsonaro fez discurso em defesa de Adriano Magalhães da Nóbrega, o ex-capitão da Polícia Militar, conhecido por Urso Polar. Adriano é apontado pelo Ministério Público como chefe da milícia do Rio das Pedras e homem forte do Escritório do Crime, o maior grupo de matadores de aluguel do Rio. Adriano já havia sido condenado por homicídio alguns dias antes do pronunciamento de Bolsonaro no plenário, e o chamou de ‘brilhante oficial’.

O discurso aconteceu no dia 27 de outubro de 2005, alguns dias depois que Adriano foi condenado a 19 anos e seis meses de prisão pela morte de Leandro dos Santos Silva, de 24 anos, na favela de Parada de Lucas, no Rio. O rapaz, à época, havia denunciado PMs pela prática de extorsão a moradores na comunidade.

Flávio Bolsonaro, por seu turno, concedeu ao miliciano a Medalha Tiradentes, maior honraria do estado do Rio. Adriano recebeu a homenagem no Batalhão Especial Prisional, no dia 9 de setembro, já preso pelo assassinato de Leandro.

Em seu discurso, Bolsonaro pediu ajuda da deputada, na época, Denise Frossard, ex-juiz criminal, para que revertesse a condenação de Adriano. Em determinado ponto de seu discurso, Bolsonaro diz que ele é um ‘coitado’ e ‘jovem’.

E seguiu adiante criticando a governadora do Rio, Rosinha Garotinho, e o ex-governador Anthony Garotinho, que ordenou a prisão de Adriano e outros policiais envolvidos. Segundo ele, o governo do estado queria agradar entidades de defesa dos direitos humanos.

Flávio Bolsonaro nomeou para cargos em seu gabinete a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega. E, antes de lhe outorgar a Medalha Tiradentes, o homenageou, em outubro de 2003, com uma moção de louvor.


REPRODUÇÃO: JORNAL GGN

11/02/2020

11:02

Em delação, Eike relata propina de R$ 20 mi para Aécio

Um dos anexos que integram o acordo de delação de Eike com a Procuradoria-Geral da República (PGR) detalha o pagamento de R$ 20 milhões de propina a Aécio Neves.

A montante seria, segundo o relato, uma contrapartida pela ajuda de Aécio às empresas do grupo de Eike junto ao poder público, em especial no estado de Minas. Entre os benefícios apontados por Eike está a concessão de licenças ambientais.

O dinheiro, segundo o empresário, foi repassado, na ocasião, a um amigo de Aécio, conforme pedido do próprio tucano. O acordo de Eike com a PGR ainda não está fechado. O executivo chegou a ir a Brasília para mostrar sua “boa vontade” em colaborar.

Procurado pela coluna, Aécio disse, por meio de sua assessoria, que a "acusação é falsa e absurda” e que "jamais intercedeu em favor de qualquer interesse do Sr. Eike Batista”. “É lamentável que acusações levianas, como essa, sejam aceitas por autoridades sem a menor comprovação, exclusivamente para atender interesse de um réu confesso de inúmeros crimes e que, agora, busca obter benefícios através de falsas imputações que jamais serão comprovadas exatamente por serem falsas”, diz a nota. A assessoria afirmou que em 2010 “Aécio Neves não era mais governador de Minas”. Em abril daquele ano, o tucano deixou o governo de Minas para disputar o Senado.


REPRODUÇÃO: O GLOBO

10/02/2020

20:28

Bate papo com o Garotinho